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Caixa Econômica assume folha de pagamento da Prefeitura de Jardim em contrato de R$ 2 milhões

A Caixa Econômica Federal (CEF) será a nova operadora da folha de pagamento da Prefeitura de Jardim, localizada a 224 km de Campo Grande. A contratação foi oficializada por meio de dispensa de licitação nº 034/2025, publicada na última sexta-feira (1º) no Diário da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul). Com isso, o banco passará a processar os créditos salariais de servidores ativos, aposentados, pensionistas, estagiários e demais vínculos do município. A Caixa também ficará responsável pela centralização dos pagamentos a fornecedores, arrecadação de tributos, cobrança bancária e gestão das movimentações financeiras do Executivo Municipal. O contrato, estimado em R$ 2 milhões, abrange ainda a oferta de crédito consignado, gestão de depósitos judiciais e a aplicação de recursos do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), sem exclusividade.

Conselho Federal de Odontologia alerta sobre riscos do morango do amor

Popular nas redes sociais como “morango do amor”, o bombom de morango envolvido em calda de caramelo pode trazer riscos à saúde dos dentes. O Conselho Federal de Odontologia (CFO) alertou na última semana que alimentos duros e pegajosos podem quebrar dentes, além de danificar próteses e aparelhos ortodônticos. “Além dos diversos conteúdos positivos publicados nas redes sociais, que incluem desde profissionais ensinando a fazer a receita até celebridades saboreando a sobremesa, também viralizaram vídeos de pessoas que quebraram dentes ou lentes dentais. Em outros casos, pacientes tiveram próteses ou contenções ortodônticas arrancadas por ficarem grudadas no caramelo que reveste o doce”, alertou, em comunicado. A orientação é, em caso de acidente, buscar um consultório odontológico para que seja realizado o atendimento de urgência. O CFO também elencou pontos de atenção para que o “morango do amor” possa ser consumido com segurança. Cuidados especiais Para evitar fraturas ao morder o doce, é possível escolher as partes mais finas do caramelo. Durante a mastigação, a pessoa deve usar os molares (os dentes de trás) que são mais fortes e possuem a função de triturar os alimentos. “O ideal, no entanto, é usar uma faca para partir a casquinha caramelada e colocar pedaços pequenos dentro da boca, de forma que sejam minimizados os riscos”, orientou o CFO. Como a receita ainda tem alto índice de açúcar, o conselho alerta para o risco de cáries. “A vilã dos sorrisos é provocada pelo acúmulo de biofilme e pela ingestão frequente de açúcares e carboidratos fermentáveis, levando à desmineralização dos dentes”, informou. “Escove os dentes logo após ingerir o morango do amor, com atenção especial à limpeza interdental. É fundamental que sejam removidos todos os resíduos, especialmente do caramelo que é mais grudento e pode permanecer alojado na superfície dental”, explicou. Por fim, pacientes com facetas, próteses fixas ou removíveis e aparelhos ortodônticos não devem ingerir alimentos duros e pegajosos. A orientação é buscar por receitas parecidas, sem incluir o caramelo. “Dependendo do acidente, é possível haver danos irreversíveis aos dispositivos, que podem ser arrancados da boca por ficarem grudados ao doce. Além disso, ao serem danificados, eles podem provocar lesões na cavidade oral”, alertou o conselho.

Exame pré-natal reduz chance de bebê nascer com anomalia

Estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que associações entre as condições do bebê e fatores de acompanhamento como pré-natal insuficiente, idade materna, raça, cor e baixa escolaridade, além de fatores socioeconômicos e biológicos associados às anomalias congênitas no Brasil, aponta que uma parte dessas anomalias poderia ser evitada com o aprimoramento de políticas públicas. A pesquisa identificou que mulheres que não realizaram consulta pré-natal durante o início da gravidez tiveram 47% mais chances de ter um bebê com anomalias do que mulheres que iniciaram o acompanhamento no primeiro trimestre. A investigação foi realizada a partir de bases de dados interligadas do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) e Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), da Fiocruz. Para a pesquisa foram utilizados dados de nascidos no Brasil entre 2012 e 2020, totalizando cerca de 26 milhões de bebês nascidos vivos, sendo cerca de 144 mil com algum tipo de anomalia congênita. Das anomalias registradas, foram priorizados defeitos de membros, cardíacos, tubo neural, fenda oral, genitais, parede abdominal, microcefalia e síndrome de Down, selecionados por serem identificadas como anomalias prioritárias para vigilância no Brasil. O artigo – de autoria da pesquisadora associada do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs) da Fiocruz Bahia, Qeren Hapuk – foi publicado no periódico BMC Pregnancy and Childbirth. O trabalho procurou compreender como esses fatores impactam no desenvolvimento dos bebês, buscando embasar estratégias preventivas direcionadas para crianças com anomalias congênitas.  Fatores Anomalias congênitas são alterações estruturais e/ou funcionais que contribuem significativamente para o aumento do risco de morbidade e mortalidade observado em crianças em todo o mundo. Esses distúrbios são complexos e sua ocorrência é influenciada por uma variedade de fatores, incluindo condições socioeconômicas que desempenham um papel significativo. A investigação aponta ainda que mães que se autodeclararam pretas tiveram 16% mais chance de ter filhos com anomalias congênitas em comparação com mães brancas. Outro fator de risco identificado foi a idade. Enquanto mulheres com mais de 40 anos possuíam quase 2,5 vezes mais chances de ter um bebê com anomalias congênitas, mulheres com menos de 20 anos também tiveram um risco maior (13%) do que mães com idade entre 20 e 34 anos. A escolaridade também se apresentou como um fator que influenciou na chance de mulheres terem filhos com alguma anomalia: possuir baixa escolaridade (0 a 3 anos) significou 8% mais de chances do que com 12 ou mais anos de escolaridade. Algumas anomalias tiveram maior associação a determinados fatores de riscos. Os casos de nascidos com defeitos do tubo neural (estrutura embrionária que dará origem ao cérebro e à medula espinhal) foram fortemente ligados à baixa escolaridade, ausência de pré-natal e gestação múltipla. Defeitos cardíacos foram associados à idade avançada, perda fetal e pré-natal inadequado, enquanto casos com Síndrome de Down foram fortemente associados à idade materna superior a 40 anos. Desigualdades Além disso, houve variações significativas nas chances de crianças nascerem com anomalias entre as regiões do país e os grupos de anomalias. A principal causa dessa variação é a subnotificação. O Sudeste é a região que melhor notifica nascimentos com anomalias congênitas em comparação com as demais regiões. A Região Nordeste concentra quase metade da população brasileira vivendo em situação de pobreza, o que pode ajudar a explicar a maior probabilidade de mães residentes terem nascimentos com defeitos do tubo neural, uma vez que essa condição está altamente associada à baixa renda, baixa escolaridade e má alimentação (suplementação insuficiente). A epidemia do vírus Zika no Brasil – entre 2015 e 2016 – resultou em um aumento na notificação de nascidos vivos com microcefalia e outras anomalias congênitas do sistema nervoso, especialmente no Nordeste, o que pode ter contribuído para os resultados observados. “Esses dados mostram que a desigualdade socioeconômica em conjunto com fatores biológicos impacta diretamente na saúde e desenvolvimento do bebê”, disse a pesquisadora Qeren Hapuk.   Para ela, os achados indicam que tais fatores de agravamento são evitáveis ou modificáveis. Intervenções em educação materna, planejamento reprodutivo, nutrição e, principalmente, acesso ao pré-natal são fundamentais para a prevenção de anomalias congênitas. Douglas Corrêa – Repórter da Agência Brasil

PF realiza operação contra fraudes em contratos de aluguel de veículos; empresa em Campo Grande é alvo

A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou nesta quarta-feira (23) a Operação Portare, para investigar supostos crimes relacionados a contratos de locação de veículos firmados com o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) de Cuiabá (MT). Em Campo Grande (MS), foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, incluindo uma empresa de aluguel de carros. Agentes federais deixaram o local com malotes de documentos e materiais apreendidos. Além da capital sul-mato-grossense, a operação teve desdobramentos em Cuiabá, Várzea Grande, Brasília, Boa Vista e Rio de Janeiro, totalizando 17 mandados. As investigações apontam que, entre 2023 e 2024, foram firmados contratos que somam R$ 12,5 milhões, com indícios de fraude e direcionamento da licitação para favorecer uma empresa específica. A PF ainda detectou superfaturamento e pagamento de propina a servidores públicos. Segundo a apuração, parte dos veículos previstos nos contratos sequer foi entregue, causando um prejuízo estimado em R$ 1,3 milhão aos cofres públicos. Além disso, há suspeitas de que informações sigilosas tenham sido vazadas e que carros de categorias inferiores foram entregues em desacordo com os contratos. A Justiça Federal determinou o afastamento cautelar de dois servidores públicos, bem como o bloqueio de bens e valores de até R$ 20,35 milhões em nome de 10 investigados.

TCE-MS abre inscrições para concurso com salários de até R$ 41,8 mil; veja como participar

Começam nesta quarta-feira (23) as inscrições para o novo concurso público do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS), que oferece seis vagas imediatas e salários que podem chegar a R$ 41.845,49. O prazo para se inscrever vai até o dia 21 de agosto. O processo seletivo foi dividido em dois editais. O primeiro oferece cinco vagas para analistas e auditores de controle externo. O segundo, para conselheiro substituto — cargo com salário inicial de R$ 41,8 mil e jornada de 30 horas semanais. A taxa de inscrição é de R$ 380. Confira os cargos disponíveis: Os vencimentos variam conforme o cargo. Analistas recebem R$ 10.352,75, com taxa de inscrição de R$ 150. Já os auditores têm remuneração de R$ 14.232,67, com taxa de inscrição de R$ 180. Exigências: Para concorrer à vaga de conselheiro substituto, o candidato deve ter diploma de ensino superior (em qualquer área), idade entre 35 e 70 anos na data da nomeação e comprovar experiência mínima de 10 anos em função ou atividade profissional relacionada. Também será realizada uma investigação social para verificar a idoneidade do candidato. Já os demais cargos exigem idade mínima de 18 anos e formação superior na área específica da vaga. As provas estão previstas para os dias 25 e 26 de outubro, conforme o cargo. O resultado final deverá ser divulgado até o dia 26 de novembro. As nomeações acontecerão conforme a necessidade e a disponibilidade orçamentária do Tribunal.

Motociclistas estão envolvidos em 8 a cada 10 acidentes em Campo Grande

Com uma frota que já ultrapassa 370 mil motocicletas, Campo Grande enfrenta um cenário preocupante no trânsito: em 2025, 83% das mortes nas ruas da Capital envolveram motociclistas. Ao todo, foram registrados 2.324 acidentes com motos, resultando em 4.861 vítimas — sendo 26 das 31 mortes contabilizadas no trânsito da cidade até agora. Entre 2021 e 2024, o número de acidentes com motocicletas aumentou 25% em Mato Grosso do Sul, segundo o Detran-MS. Os impactos vão além dos números: internações longas, múltiplas cirurgias e sequelas permanentes transformam o problema em uma questão grave de saúde pública. Para enfrentar o avanço dessa estatística, o Detran-MS promove neste domingo (27) uma ação educativa gratuita no Parque Ayrton Senna, no bairro Aero Rancho, das 8h às 12h. A atividade faz parte da campanha “Em Duas Rodas, Eu Escolho Segurança” e inclui um curso de pilotagem segura oferecido pelo Grupamento de Motosocorro dos Bombeiros, com aulas práticas e teóricas. Inscrições já estão abertas. O evento também contará com outras ações educativas voltadas a motociclistas, ciclistas e condutores de ciclomotores, com foco na mudança de comportamento e prevenção de acidentes. “A cada internação evitada, salvamos uma vida e também reduzimos impactos no sistema de saúde. As sequelas desses acidentes comprometem o futuro de muitas famílias”, destaca Andrea Moringo, diretora de Educação para o Trânsito do Detran-MS. De 2021 a 2025, foram registrados 36.146 acidentes envolvendo motociclistas em MS, que deixaram 66.746 vítimas — uma média de 8 mil por ano. Campo Grande lidera o ranking, seguida por Dourados e Três Lagoas. Até mesmo cidades pequenas, como Mundo Novo, registram crescimento expressivo: os casos saltaram de 9 (2021) para 28 (2024), e já somam 12 em 2025.

Brasil retomará fabricação nacional de insulina após 20 anos

O Ministério da Saúde recebeu, nesta sexta-feira (11), o primeiro lote de insulinas produzidas por meio do programa Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), que faz parte da Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde. O país voltará a fabricar o medicamento 100% nacional, por meio de transferência da tecnologia da farmacêutica indiana Wockhardt, com base em um acordo com o laboratório público Fundação Ezequiel Dias (Funed) e com a empresa brasileira Biomm. O ministro Alexandre Padilha participou do evento de entrega do lote com 207.385 mil unidades do medicamento, sendo 67.317 frascos de insulina regular e 140.068 de insulina NPH, na fábrica da Biomm, em Nova Lima (MG). “Depois de mais de duas décadas sem produzir insulina humana, o Brasil retoma essa fabricação para ser entregue ao Sistema Único de Saúde e contribuir com a saúde da população”, destacou Padilha. “É o Brics acontecendo na realidade, mudando a vida da população brasileira e gerando emprego, renda e tecnologia aqui em Minas Gerais”, acrescentou, em referência ao bloco econômico que reúne grandes países do chamado Sul Global, incluindo a Índia, país que viabilizou a parceria.   Segundo a pasta, após a transferência total da tecnologia, o Brasil produzirá 50% da demanda relacionada às insulinas NPH e regular no SUS. “Uma iniciativa como essa traz segurança aos pacientes de que, independentemente de qualquer crise — como a que vivemos durante a pandemia —, o país tem soberania na produção desse medicamento tão importante. Cerca de 10% da população brasileira tem diabetes, e parte dessas pessoas precisa usar insulina. Isso garante tranquilidade, segurança e estabilidade tanto para o SUS quanto para os cidadãos que dependem do medicamento”, reforçou Padilha. A iniciativa conta com investimentos de R$ 142 milhões na aquisição da tecnologia, e cerca de 350 mil pessoas com diabetes serão beneficiadas. Os contratos preveem a entrega para a rede pública de 8,01 milhões de unidades de insulina, entre frascos e canetas, em 2025 e 2026.   A partir da aquisição inicial, de acordo com o Ministério da Saúde, terá início o processo de transferência de tecnologia, conforme previsto nas diretrizes da PDP. Ao final da transferência, a produção do medicamento será totalmente brasileira, com a Funed e a Biomm capacitadas para fabricar o medicamento no país e abastecer o SUS de forma autônoma.   Nas PDPs, instituições públicas e empresas privadas compartilham responsabilidades para a produção nacional do insumo farmacêutico ativo (IFA) e do produto objeto de PDP, em um processo de transferência de tecnologia reversa. A transferência é efetivada por meio de etapas que incluem a realização de embalagens, controle de qualidade dos insumos, produção do produto acabado e do Insumo Farmacêutico Ativo no Brasil, possibilitando, assim, a produção local do medicamento que será fornecido ao SUS.   Tratamento no SUS O SUS oferece assistência integral às pessoas com diabetes, desde o diagnóstico até o tratamento adequado, de acordo com o quadro clínico de cada paciente. A porta de entrada para o cuidado é a Atenção Primária à Saúde, que realiza o acompanhamento contínuo por meio de equipes multiprofissionais. Atualmente, são ofertados quatro tipos de insulinas: insulinas humanas NPH e regular e insulinas análogas de ação rápida e prolongada, além de medicamentos orais e injetável para diabetes mellitus.  

Frente fria avança e derruba temperaturas em Mato Grosso do Sul

A partir desta quinta-feira (17), uma nova frente fria atinge Mato Grosso do Sul, provocando aumento da nebulosidade, chuvas isoladas e queda nas temperaturas, especialmente na região sul do estado. Cidades como Ponta Porã, Amambai, Naviraí e Iguatemi devem registrar mínimas entre 5°C e 7°C. Segundo o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), o frio será mais perceptível na sexta-feira (18) e no sábado (19), com manhãs geladas e clima mais ameno ao longo do dia. Em Campo Grande, os ventos frescos já devem amenizar o calor na quinta-feira à tarde, com máxima prevista de 24°C. As manhãs de sexta e sábado prometem mínimas entre 10°C e 15°C. 📍Previsão por região: Apesar da mudança no clima, o resfriamento deve ser breve. A tendência é de que as temperaturas comecem a subir novamente na próxima semana.

TCE-MS abre concurso com vagas para conselheiro e salários de até R$ 41,8 mil

O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) publicou nesta 3ª feira (15.jul.25), em edição extra do Diário Oficial, os editais de concursos públicos para os cargos de conselheiro substituto, auditor de controle externo e analista de controle externo. As remunerações variam entre R$ 10.352,75 e R$ 41.845,49, com carga horária de 30 horas semanais. Para o cargo de conselheiro substituto, o subsídio mensal é de R$ 41.845,49. Já para auditor de controle externo, o salário é de R$ 14.232,67. O cargo de analista de controle externo, na área de Direito, oferece remuneração de R$ 10.352,75. Os valores seguem o que está previsto na Lei nº 3.877/2010. A seleção será realizada pelo Cebraspe (Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos) e envolverá provas objetivas, discursivas e avaliação de títulos. Os candidatos devem ter formação superior na área específica exigida para cada cargo. Os editais completos podem ser acessados no site do TCE-MS, por meio do link: https://portal-services.tce.ms.gov.br/portal-services/diario-oficiais/download?id=23392

Com ‘Ar no Busão’ e defesa da agricultura familiar, Landmark tem semestre de protagonismo na Câmara

Com forte atuação nas ruas, no plenário e em pautas de interesse social, o vereador Landmark Rios encerra o primeiro semestre de 2025 com um mandato participativo, combativo e conectado às lutas populares. Ao todo, foram mais de 800 agendas entre atendimentos no gabinete, fiscalizações, reuniões e ações externas, com destaque para a presença constante em comunidades, assentamentos, acampamentos, hortas e regiões onde há maior vulnerabilidade. Na produção legislativa, Landmark apresentou 30 projetos, sendo 10 já aprovados, entre eles a resolução que criou a Medalha da Agricultura Familiar, entregue em sessão solene inédita na segunda-feira (14), e resolução que instituiu a Frente Parlamentar de Regularização das Hortas Urbanas e Periurbanas, uma pauta histórica que busca valorizar os produtores que atuam na Capital. O vereador também é autor do Projeto de Lei que criou o Programa Banho Solidário, iniciativa voltada à população em situação de rua, assim como o “Ar no Busão”, que prevê ar-condicionado nos novos veículos do transporte coletivo, e o Selo da Agricultura Familiar, que aguardam sanção do Executivo Municipal. Na discussão do orçamento da cidade, Landmark apresentou 41 emendas à LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), sendo 37 aprovadas. As propostas visam estruturar políticas públicas voltadas ao campo e à cidade, com foco em: apoio técnico e logístico às hortas urbanas; criação de agrovilas com infraestrutura básica; ampliação da Central de Processamento de Alimentos para garantir merenda com alimentos da agricultura familiar; manutenção das escolas rurais e formação continuada para professores do campo; estruturação de um cinturão verde com até 400 famílias assentadas; melhoria na drenagem, pavimentação e acessibilidade em bairros periféricos. Além disso, Landmark protocolou 340 indicações, 329 ofícios e 115 moções, sempre em diálogo com as comunidades e com foco em reivindicações populares. Como membro da Frente Parlamentar de Regularização Fundiária, tem sido voz ativa na defesa de moradia digna, propondo soluções para o déficit habitacional que afeta bairros inteiros de Campo Grande. Também promoveu o Seminário de Segurança Alimentar, em parceria com a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), reunindo especialistas e lideranças sociais. O vereador reacendeu ainda a luta contras maçarocas, aqueles emaranhados de fios sem utilidade que ficam pendurados pelos postes de Campo Grande, oferecendo risco de acidente, bem como foi voz ativa de moradores que buscavam melhorias para seus bairros. O vereador foi o principal articulador para resolver o problema deixado por uma obra na Chácara dos Poderes, onde moradores ficavam ilhadas e às vezes mal podiam entrar ou sair de casa. Landmark também é presidente da comissão de Agropecuária e Agronegócio, da comissão de Participação Legislativa e vice-presidente da Comissão de Finanças e Orçamento. É ainda membro das comissões de Causas Indígenas e Obras e Serviços Públicos. Na tribuna e nas ruas, Landmark segue fortalecendo a luta pela reforma agrária, pela valorização dos povos indígenas, quilombolas e assentados e pela construção de uma cidade mais justa e sustentável. “Nosso mandato é popular, participativo e de fiscalização. A gente faz política com os pés no barro, o coração no povo e os olhos no futuro”, afirma Landmark. Foto: Pedro Roque