Papanicolau: mais de 31 mil vagas estão acumuladas na Capital

Exame é a principal forma de diagnóstico precoce do câncer de colo de útero, o segundo que mais mata mulheres no país
Estudo contra o câncer de mama desenvolve vacina

Vacina foi aplicada na primeira voluntário; O objetivo é que no futuro essa vacina seja destinada para prevenir o desenvolvimento de câncer.
Confira três dicas para correr 5km em 20 minutos

Primeiro passo é planejar com antecedência para garantir resultados eficientes.
Pacientes enfrentam dificuldades na fila de espera de cirurgias pelo SUS

Em Campo Grande, 17 mil pessoas estariam aguardando por cirurgia eletiva; situação foi denunciada no legislativo estadual e a proposta é a criação de um portal da transparência das filas de espera
MS registra primeiro caso de febre do oropouche

A confirmação foi feita pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) em um comunicado na quarta-feira, 12 de junho.
Infarto é a principal causa de morte no Brasil em 2024

A Sociedade Brasileira de Cardiologia estima que mais de 170 mil mortes por infarto agudo do miocárdio ocorreram no Brasil até o final de maio de 2024
Mato Grosso do Sul é o 21º estado em quantidade de cursos para formar novos médicos no País

A plataforma “Radiografia das Escolas Médicas”, divulgada este mês pelo CFM, revela que MS é o 21º estado em quantidade de cursos de medicina no Brasil, com seis cursos.
CTC-MS alerta sobre importância da prevenção contra a Escoliose

Este mês, o foco está na escoliose idiopática, comum em crianças e adolescentes entre 8 e 14 anos, que apresenta excelentes resultados de tratamento quando detectada precocemente.
Alimentos podem causar intoxicação alimentar em pets

Estima-se que 46,1% dos lares no mundo possuem um ou mais cães e 19,3% têm ao menos um gato. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 90% das intoxicações de pets ocorrem no ambiente doméstico, frequentemente devido à exposição acidental a substâncias tóxicas. A médica veterinária Andressa Kotleski, responsável clínica do Hospital Veterinário da Universidade Santo Amaro (HOVET), destaca o desconhecimento sobre alimentos comuns na dieta humana que são tóxicos para os pets. “A maioria dos casos de intoxicação poderia ser evitada com o esclarecimento da população”, afirma Kotleski. Para prevenir intoxicações, é essencial que os tutores compreendam a importância de cuidar do ambiente doméstico, armazenar adequadamente produtos de limpeza, medicamentos e pesticidas, além de selecionar cuidadosamente os alimentos oferecidos aos animais. Alimentos como abacate, uva, chocolate, alho, alho-poró, cebolinha e cebola podem causar sérios problemas de saúde aos pets. O abacate, por exemplo, contém persina, que pode causar pancreatite e alterações celulares. A uva pode levar à insuficiência renal aguda, enquanto o chocolate, com cafeína e teobromina, pode aumentar os batimentos cardíacos dos animais. Sintomas de intoxicação incluem vômito, diarreia, desconforto respiratório e abdominal, excesso de urina, fraqueza e desidratação. Segundo Kotleski, os sintomas podem surgir entre 6 e 24 horas após a ingestão, e é crucial que os tutores estejam atentos a esses sinais para garantir a saúde e o bem-estar de seus pets.
Em quase 15 dias no RS, Gretap realizou cerca de 5 mil resgates de animais

Desde o dia 16 de maio atuando no Rio Grande do Sul, nos municípios de Sapucaia do Sul, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Porto Alegre, a equipe técnica composta por biólogos, veterinários, policiais militares e voluntários, coordenada pelo Grupo de Resgate Técnico Animal Cerrado Pantanal (Gretap), já realizou o resgate e atendimento de cinco mil animais domésticos e silvestres afetados pelas enchentes na região, além de prestar apoio às pessoas num serviço de ajuda humanitária. Vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), o GRETAP acompanha a força-tarefa organizada pela Superintendência de Políticas Integradas de Proteção da Vida Animal da Setesc e enviada pelo Governo do Estado a pedido da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura de Rio Grande do Sul, para auxiliar nas operações desse tipo de salvamento. Também integram a força-tarefa o Corpo de Bombeiros, Polícia Militar de Mato Grosso do Sul e o Instituto Homem Pantaneiro. A médica veterinária e bióloga e integrante do Gretap, Paula Helena Santa Rita, o que mais destaca é a impressão da força do povo gaúcho que mesmo devastado com as consequências das chuvas continua solidário entre si. “Além de toda dificuldade ocasionada pelas condições climáticas, agora também tem o frio, mas mesmo assim o povo continua unido”. O grupo levou para os trabalhos no Rio Grande do Sul 15 mil doses de vacina antirábica, 30 toneladas de ração seca para animais, seringas, água, suprimentos básicos, barracas da Defesa Civil e 2 barcos do Imasul. Além disso, foram levados medicamentos para animais, caixas de transporte, ração para aves, leitões e cavalos, saches e ração para roedores. Segundo Paula, dia 1º de junho estarão retornando para Mato Grosso do Sul e após entrega do relatório das operações, será decidido as próximas ações do Gretap.