Crise na Santa Casa: Prefeitura recorre contra pagamento de R$ 46 milhões

A Prefeitura de Campo Grande ingressou com recurso no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) para suspender uma liminar que a obriga a repassar R$ 46,3 milhões à Santa Casa no prazo de 48 horas. A administração municipal argumenta que o cumprimento imediato dessa decisão comprometeria a prestação de outros serviços essenciais à população. A dívida em questão refere-se a repasses federais destinados ao hospital durante a pandemia de COVID-19. Embora reconhecidos judicialmente como devidos, esses valores ainda estão em disputa no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A Santa Casa alega que os recursos são fundamentais para a manutenção dos serviços básicos. Recentemente, o hospital enfrentou superlotação e falta de insumos, levando à suspensão do recebimento de novos pacientes. Diante dessa situação, a Justiça determinou o repasse emergencial dos recursos, sob pena de bloqueio dos valores diretamente das contas municipais. A direção da Santa Casa alertou para o risco iminente de interrupção total dos serviços devido às dificuldades financeiras, destacando que a instituição opera há anos em situação de subfinanciamento, apesar de ser responsável por mais da metade dos atendimentos hospitalares da capital. Além disso, médicos do hospital denunciaram a falta de insumos básicos e o fechamento do setor de ortopedia, registrando boletim de ocorrência sobre a situação crítica enfrentada pela unidade. O Ministério Público de Mato Grosso do Sul acompanha de perto a crise, tendo instaurado procedimentos para apurar irregularidades nos atendimentos e o desabastecimento de medicamentos e insumos na Santa Casa.
Vacinação contra a gripe em Campo Grande: opções gratuitas e particulares

A partir de quinta-feira (27), as unidades públicas de saúde de Campo Grande iniciaram a aplicação da vacina contra a Influenza para os grupos prioritários. Simultaneamente, laboratórios da rede privada também disponibilizam o imunizante para o público em geral, com valores que podem chegar a R$ 140. Público-alvo da vacinação Nos serviços privados, qualquer indivíduo a partir de seis meses de idade pode receber a vacina. Já na rede pública, as primeiras semanas da campanha focam em grupos prioritários, como idosos, pessoas com comorbidades, crianças e profissionais da linha de frente. Em Campo Grande, a vacinação está disponível para bebês a partir de 6 meses, idosos com 60 anos ou mais, gestantes e puérperas. Além disso, podem se vacinar povos indígenas, quilombolas e pessoas em situação de rua. Profissionais da saúde, professores de todos os níveis de ensino, membros das Forças de Segurança e Salvamento, das Forças Armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário (urbano e de longa distância), portuários e funcionários dos Correios também estão incluídos. A proteção se estende a pessoas com deficiência permanente e à população privada de liberdade, incluindo funcionários do sistema prisional, bem como adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas. Indivíduos com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais também fazem parte do público prioritário desta etapa da campanha. Para receber a dose na rede pública, basta comparecer à unidade de saúde mais próxima, portando documento de identidade com foto e cartão do SUS. Laboratórios com vacina disponível em Campo Grande Alguns laboratórios da rede particular em Campo Grande já iniciaram a imunização contra a gripe. Segue uma lista de clínicas que oferecem a vacina, com os respectivos valores: Laboratório Preço Sabin R$ 135 Vaccini R$ 140 Imunitá R$ 135 Vaccine Care R$ 140 Observa-se que os preços na rede privada variam entre R$ 135 e R$ 140. É recomendável entrar em contato com os laboratórios para confirmar a disponibilidade e possíveis atualizações nos valores. Unidades de saúde para vacinação gratuita A vacinação gratuita está disponível em diversas Unidades de Saúde da Família (USFs) em Campo Grande. A seguir, algumas das unidades com seus respectivos endereços e horários de atendimento: Recomenda-se verificar os horários de funcionamento das salas de vacina nas unidades de saúde mais próximas de sua residência, pois podem variar. A vacinação é uma medida essencial para prevenir a gripe e suas complicações, especialmente entre os grupos mais vulneráveis. Tanto a rede pública quanto a privada oferecem opções para a imunização da população de Campo Grande.
Campo Grande tem fim de semana cultural imperdível e atrações gratuitas nos bairros

O próximo fim de semana em Campo Grande promete uma agenda cultural diversificada, com destaque para apresentações musicais, intervenções artísticas e eventos culturais gratuitos. Entre as atrações, estão os shows de Sandra Sá, Humberto Gessinger e as atividades do Campão Cultural. Sexta-feira, 28 de março: Sábado, 29 de março: Domingo, 30 de março: Além dessas atrações, o Campão Cultural oferece uma programação extensa, incluindo intervenções artísticas, exposições, espetáculos de dança, circo e teatro em diversos bairros de Campo Grande. A iniciativa busca democratizar o acesso à cultura e valorizar os artistas locais. Para mais detalhes sobre a programação e possíveis alterações, recomenda-se consultar os canais oficiais dos eventos e locais de apresentação.
Governo inicia cobrança de valores recebidos indevidamente do auxílio emergencial

O governo federal começou a notificar cidadãos que receberam o Auxílio Emergencial nos anos de 2020 e 2021 de forma indevida, ou seja, sem cumprir os critérios exigidos para o recebimento do benefício. De acordo com estimativas do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), mais de 176 mil pessoas estão nessa situação e podem ter seus nomes incluídos em cadastros restritivos caso não regularizem os débitos. O benefício foi criado para mitigar os efeitos econômicos da pandemia da Covid-19, atendendo trabalhadores informais, autônomos, microempreendedores individuais (MEIs) e pessoas desempregadas. Os valores pagos variavam entre R$ 150 e R$ 600 por mês, durante um período que podia chegar a sete meses. Menores de 18 anos (com exceção de mães adolescentes), pessoas em situação de prisão e dependentes financeiros de outro titular não tinham direito ao benefício. Como verificar se você está na lista de cobrança? A consulta dos nomes com pendências pode ser feita por meio do edital de notificação publicado no Diário Oficial da União. Para isso, acesse o link: 👉 https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/edital-de-notificacao-n-16/2025-620164778 Caso seu nome esteja incluído, você terá 45 dias para resolver a pendência, seja efetuando o pagamento (à vista ou parcelado) ou apresentando defesa. Plataforma VEJAE: onde e como resolver a pendência A regularização do débito pode ser feita pela plataforma VEJAE, que permite consultar a situação do benefício, identificar valores a devolver e apresentar recursos. Veja como acessar: O que pode acontecer se o valor não for devolvido? Quem não regularizar a situação poderá ser incluído em cadastros federais de inadimplência, como: As consequências incluem: A recomendação do MDS é que todos os beneficiários consultem sua situação e, caso necessário, regularizem o quanto antes para evitar sanções. O ministério criou uma página de perguntas e respostas sobre as pendências e também um manual detalhado de como acessar a plataforma.
Negociações travadas: contrato entre Prefeitura e Santa Casa segue sem definição em Campo Grande

As tratativas para um novo contrato entre a Prefeitura de Campo Grande e a Santa Casa continuam sem avanço. Segundo a prefeita Adriane Lopes (PP), ainda não há previsão para a formalização de um novo acordo com o hospital filantrópico. Durante a abertura do evento Delas Day, na noite de terça-feira (26), a gestora municipal afirmou que o impasse persiste, mesmo com o diálogo mantido entre as equipes técnicas da administração pública e da instituição hospitalar. Adriane reconheceu que houve progresso em outras áreas da saúde, mas destacou que o processo de contratualização com a Santa Casa permanece estagnado. “A entidade afirma que houve uma diminuição de repasses, mas isso não condiz com os dados da Prefeitura. Houve um contrato firmado com recursos de emenda parlamentar, mas, com o fim do repasse, o serviço foi encerrado”, explicou a prefeita ao Campo Grande News. Diante da sobrecarga enfrentada pelo sistema de saúde da capital, a prefeita adiantou que uma nova reunião entre representantes da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) e da Santa Casa será realizada para discutir o que a instituição pode oferecer ao município neste momento. O contrato com a Santa Casa costumava ser renovado anualmente entre julho e agosto. No entanto, desde 2021, o ajuste tem sido feito apenas por meio de aditivos contratuais, sem a inclusão de reajustes significativos. Nesta semana, a administração da Santa Casa alegou que o município optou por manter recursos em caixa ao invés de aplicá-los integralmente na saúde. A entidade obteve na Justiça uma liminar que obriga a Prefeitura a repassar R$ 46 milhões, com o argumento de que apenas 84,97% do orçamento destinado a hospitais e clínicas foi executado em 2024. Segundo a direção do hospital, a retenção de verbas do Ministério da Saúde agravou ainda mais a crise financeira da instituição, resultando em atrasos no pagamento de médicos e fornecedores. A dívida acumulada, de acordo com a Santa Casa, já chega a R$ 59,2 milhões. Em nota oficial, a Sesau reafirmou que os repasses estão sendo realizados regularmente e garantiu que mantém diálogo permanente com a Santa Casa e outras unidades para assegurar a continuidade dos atendimentos hospitalares. A pasta também informou que ativou um Plano de Contingência para redistribuir os fluxos de pacientes e ampliar a capacidade de atendimento, principalmente diante da alta demanda por doenças respiratórias. Apesar da crise, a secretaria assegurou que os atendimentos de alta complexidade, como casos de politrauma e neurocirurgia, continuarão sendo realizados na Santa Casa. Já os atendimentos de menor complexidade deverão ser redirecionados para outras unidades da rede municipal, conforme a capacidade de cada hospital.
Fazenda em MS pode ser confiscada pela Justiça por uso de trabalho análogo à escravidão

O Ministério Público do Trabalho (MPT) ingressou com uma ação na Justiça solicitando o confisco da Fazenda Carandazal, localizada na zona rural de Corumbá, em Mato Grosso do Sul, próxima à fronteira com a Bolívia. A medida foi tomada após a constatação de trabalho em condições análogas à escravidão no local, em operação realizada em fevereiro deste ano. Durante a fiscalização, quatro trabalhadores foram resgatados em situação degradante, com moradias precárias, ausência de equipamentos de proteção individual (EPIs), pagamento irregular e outras violações à legislação trabalhista. A investigação ainda revelou que o proprietário da fazenda, Moacir Duim Júnior, tentou ocultar os trabalhadores e destruir evidências antes da chegada dos fiscais. Ele também teria alegado que os empregados estavam vinculados a um suposto terceiro, tentando se eximir da responsabilidade. Com histórico de infrações trabalhistas, Moacir Duim Júnior já havia sido penalizado anteriormente por violações semelhantes. Na nova ação judicial, o MPT solicita que a propriedade seja destinada à reforma agrária, caso a Justiça defira o pedido. Além disso, o órgão pede o pagamento de uma indenização de R$ 25 milhões por danos morais coletivos. A esposa do fazendeiro, Cristiane Kanda Abe, também foi incluída no processo como ré. O Ministério Público do Trabalho requer ainda que os proprietários sejam obrigados judicialmente a garantir condições dignas aos trabalhadores da fazenda, incluindo habitação adequada, acesso à água potável e fornecimento de equipamentos de segurança. Também foi solicitado o pagamento imediato de todos os direitos trabalhistas devidos aos trabalhadores resgatados. O caso agora está sob análise da Justiça do Trabalho, que decidirá sobre a responsabilização dos envolvidos e a possibilidade de confisco da fazenda para fins de utilidade social.
Gleice enaltece mulheres e critica deputados do PL contra moção à Marina Silva

Em apoio à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) aprovou, por maioria, uma moção em virtude aos ataques sofridos durante o evento realizado na Fecomércio do Amazonas. A iniciativa foi da deputada Gleice Jane, líder do Partido dos Trabalhadores na Casa de Leis, que subiu à tribuna nesta quarta-feira (26) para criticar os votos contrários emitidos pelos membros do Partido Liberal (PL), deputados João Henrique, Coronel David e Neno Razuk. “A moção faz referência à ministra Marina, que nessa semana teve sua existência questionada em evento pelo senador Plínio Valério [PSDB/AM], que disse que não sabe como conseguiu ouvi-la por tanto tempo sem enforcá-la. A fala foi extremamente violenta e reflete o pensamento de como se tratam as mulheres. Aprovar a moção foi fundamental para dizer que elas estão em todos os lugares. Somos violentadas recorrentemente e, às vezes, as mulheres nem sabem que estão sofrendo violência de gênero, por isso é importante falar e não tolerar em qualquer circunstância”, explicou a deputada. Gleice Jane criticou os votos contrários e disse que representam um pensamento ideológico. “Quero fazer o registro sim de que o PL votou contra o apoio à uma mulher que foi vítima da violência política de gênero. É importante, porque as violências também são ideológicas, no sentido de que para alguma parte da política, em especial à extrema-direita, nós mulheres não podemos e não devemos ocupar espaços como o da política. E para nós, que estamos nesses espaços, a gente enfrenta isso com certa frequência. É comum ter o direito de fala negado. É normal negar a existência. É normal, às vezes, ter que falar mais alto e brigar para ocupar espaço que aos homens são comuns, porque a política não foi um local feito para as mulheres. Passamos a enfrentar esse processo coletivamente: primeiro pelo direito ao voto e a ser votada, pelo direito a ter cotas no processo eleitoral e hoje lutamos para que tenhamos espaços iguais. Agora estamos lutando por salários iguais a funções iguais entre mulheres e homens também”, destacou. Ela completou que quando se demonstra a ideologia com os votos contra, o PL manifesta como pensa também ideologicamente quanto ao enfrentamento às violências contra às mulheres. “Inclusive registro que esse partido trouxe manifestações transfóbicas, recentemente, questionando a presença de mulheres trans dentro das escolas. Isso não é isolado, é uma política ideológica que temos que enfrentar para garantir a presença das mulheres em todos os espaços, para conseguir garantir respeito à nossa existência, pois tentam nos calar a todo o momento”, disse a deputada relembrando a ex-prefeita de Mundo Novo, Dorcelina Oliveira Folador, assassinada com dez tiros em 1999 por um então funcionário da prefeitura. “Assim foi com Mariele Franco e tantas outras mortas porque falavam. Nós não vamos nos calar”, finalizou. Por: Fernanda Kintschner Foto: Luciana Nassar
Imasul suspende licença de funcionamento da Praia da Figueira em Bonito

O Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) determinou, nesta quarta-feira (26), a suspensão por tempo indeterminado da licença de operação da Praia da Figueira, balneário turístico administrado pela empresa Empreendimentos Turísticos Alto do Formoso Ltda, localizado no município de Bonito. A decisão foi oficializada por meio da Portaria nº 1.537, assinada pelo diretor-presidente do Imasul, André Borges Barros de Araújo, e publicada no Diário Oficial do Estado. Com a medida, estão suspensas todas as atividades de flutuação e passeio ecológico terrestre no local, que devem ser imediatamente interrompidas pela empresa. O descumprimento da ordem pode resultar em sanções por infração ambiental. De acordo com o Imasul, a suspensão da Licença de Operação nº 27/2021, vinculada ao processo n° 71.404.632/2020, se deu pela necessidade de reavaliar o licenciamento ambiental do empreendimento. A medida foi tomada com base em legislações estaduais e federais que autorizam a revisão de empreendimentos com potencial poluidor em casos de irregularidades ou falhas administrativas. Além da suspensão, o balneário é alvo de investigação do Ministério Público Estadual, que apura a suspeita de captação ilegal de água do rio Formoso para abastecer uma lagoa artificial existente no local. Segundo as denúncias, bombas estariam sendo utilizadas para retirar água do rio e transferi-la para o reservatório artificial, sem autorização ambiental válida. A empresa responsável chegou a apresentar um documento declarando o uso de recurso hídrico, mas, conforme esclareceu o Imasul, tal documento não concedia permissão para a captação e utilização da água da maneira que vinha sendo realizada. A investigação do MP segue em andamento.
Anne Wilians participa de palestra na Capital sobre liderança feminina

Fundadora do Instituto Nelson Wilians, a advogada e administradora Anne Wilians é um dos nomes confirmados para o Delas Day, evento sobre empreendedorismo feminino que acontece entre os dias 26 e 27 de março, no Bosque Expo, no Shopping Bosque dos Ipês. Com uma trajetória marcada pela atuação em projetos de impacto social focados nas áreas do Direito e Educação, a filantropa trará ao evento sua visão sobre os desafios e oportunidades para as mulheres que almejam posições de destaque no mercado de trabalho. A convite da Faculdade Insted e do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), Anne Wilians fará parte do painel “O Impacto das Lideranças Femininas no Mundo dos Negócios” e estará ao lado de grandes mulheres, como a deputada federal Adriana Ventura; a secretária de Governo e Comunicação do município de Ponta Porã, Paula Campos e a sócia-diretora da Nelson Wilians Advogados em Campo Grande, Giovanna Castellucci. Nascida em Belém, no Pará, Anne Wilians é formada em Administração e Direito e dedica a vida às causas sociais. Casada com o também advogado Nelson Wilians e mãe de quatro filhos, em 2017 ela fundou o INW, que leva o nome de seu marido e do escritório de advocacia presidido por ele. A organização social sem fins lucrativos visa a promoção da cidadania e a mitigação das desigualdades sociais no país. Anne também é cofundadora do projeto Justiceiras, programa de orientação voltado a meninas e mulheres vítimas de violência doméstica. Mãe presente e empresária ativa, a palestrante promete comover o público campo-grandense com sua expertise e compartilhar experiências de forma inspiradora, mostrando que é possível que mulheres desempenhem suas diversas funções com maestria. A palestra será realizada no dia 27 de março, às 15h30. As inscrições para o Delas Day são gratuitas e podem ser feitas pelo site https://delasday.ms.sebrae.com.br/. Sobre o Delas Day – Entre os dias 26 e 27 de março, das 13h às 21h, no Bosque Expo, o Delas Day contará com palestras, painéis, workshops, rodadas de negócios, atrações culturais e momentos de networking voltados para celebrar o protagonismo feminino. A Faculdade Insted é uma das organizadoras do Delas Day, ao lado do Sebrae/MS, Sistema Fiems, Sistema Comércio MS (Fecomércio, Sesc, Senac), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e Governo do Estado de Mato Grosso do Sul. O CMEC também apoia o evento. Texto e foto: Assessoria Anne Willians
Jair Bolsonaro vira réu por tentativa de golpe

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal acolheu denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) para tornar réus o ex-presidente Jair Bolsonaro e sete de seus aliados em ação penal por tentativa de golpe de Estado. Os outros sete réus são: Walter Braga Netto, General Augusto Heleno, Alexandre Ramagem, Anderson Torres, Almir Garnier, Paulo Sérgio Nogueira e Mauro Cid. O julgamento da denúncia começou nessa terça-feira (25) na Primeira Turma do STF, que é formada pelos ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Flávio Dino e Cármen Lúcia. A denúncia feita pela PGR e acolhida no STF denuncia 34 pessoas por golpe tentativa de golpe de Estado, o que inclui os atos de 8 de janeiro de 2023 e planos de assassinatos do presidente Lula, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Nas próximas semanas, o STF vai decidir se outros 26 denunciados por participação na tentativa de golpe também se tornarão réus e vão responder a ação penal. Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil Foto: Lula Marques/Agência Brasil