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Águas Guariroba contribui para a preservação ambiental e sustentabilidade em Campo Grande

A Águas Guariroba contribui significativamente para a preservação ambiental por meio da ampliação da rede de água e esgoto, do investimento em melhorias na captação e na qualidade da água, e do aumento da capacidade de tratamento do esgoto devolvido à natureza. Além dessas ações, a concessionária investe em iniciativas de sustentabilidade que abrangem o cuidado com nascentes, córregos e rios, e a neutralização de carbono, produzindo mudas de árvores nativas do cerrado. Segundo o diretor-presidente Themis de Oliveira, a preservação é um dos pilares da empresa. Em 14 anos, mais de 600 mil mudas foram plantadas, todas de espécies nativas do Cerrado, como ipê, baru, jatobá e ingá. O reflorestamento contribui para a preservação e o retorno da água aos mananciais. A empresa realiza plantios em torno de nascentes em Áreas de Proteção Ambiental e doa mudas para replantio em áreas degradadas em parceria com produtores rurais. A Águas Guariroba também é pioneira na neutralização de carbono, monitorando o crescimento das mudas para garantir a captura de carbono, com cada árvore plantada absorvendo 0,59 toneladas de CO2. Em Campo Grande, a concessionária trata 95 bilhões de litros de água por ano e coleta e trata 92 bilhões de litros de esgoto, reduzindo perdas hídricas e fortalecendo o saneamento básico. A qualidade da água dos córregos é monitorada trimestralmente pelo Programa Córrego Limpo, que indica que 81% dos córregos têm boa qualidade de água. O monitoramento inclui 83 pontos na cidade, com análises que classificam a água como ótima, boa, regular, ruim ou péssima. O programa tem melhorado a qualidade da água dos córregos, refletindo a maior conscientização da população sobre a correta conexão à rede de esgoto. Em maio, a Águas Guariroba recebeu o 8º Prêmio Casos de Sucesso do Instituto Trata Brasil, destacando-se na redução de perdas de água. Desde 2006, o índice de perdas caiu de 56% para 19,7% em 2024, representando uma economia significativa de água. A empresa continua a expandir e modernizar as redes de abastecimento e coleta de esgoto, investindo em pesquisa e ação para garantir saúde e qualidade de vida em Campo Grande.

Campo Grande inicia campanha de vacinação contra poliomielite

A campanha de vacinação contra a poliomielite começa nesta segunda-feira (27) em Campo Grande, com o objetivo de vacinar aproximadamente 62 mil crianças de 1 a 4 anos. A superintendência de vigilância em saúde destaca que a estratégia de vacinação é essencial para reduzir o risco de reintrodução da poliomielite no Brasil. A doença foi eliminada no país, com o último caso registrado em 1989 e a certificação de área livre de circulação do vírus concedida em 1994. Embora as Américas estejam livres da doença, alguns países do Oriente Médio ainda registram casos de contaminação. Em 2023, Campo Grande ficou abaixo da meta de vacinação do Ministério da Saúde, imunizando 85,72% do público-alvo, enquanto a meta era de 95%. Em Mato Grosso do Sul, 88,19% das crianças, cerca de 245 mil, receberam a vacina. Nenhum estado do país atingiu a meta, e a campanha nacional terminou com 84,63% de cobertura vacinal. Este ano, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite ocorrerá de 27 de maio a 14 de junho, com o dia “D” de mobilização nacional marcado para 8 de junho. Poliomielite: Paralisia Infantil A poliomielite, ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa causada por um vírus que vive no intestino e pode infectar adultos e crianças. A transmissão ocorre pelo contato direto com fezes ou secreções contaminadas. A doença pode causar paralisia, afetando principalmente os membros inferiores, como pernas e pés, e pode também prejudicar a fala e a deglutição. Sintomas Os sintomas comuns da infecção por poliomielite incluem febre, mal-estar, dor de cabeça e de garganta, diarreia, vômitos e rigidez na nuca. Não existe tratamento específico para a doença; os médicos tratam os sintomas apresentados pelo paciente. Vacinação A vacina é a principal aliada na prevenção da poliomielite. Campo Grande possui 74 unidades de saúde, sendo 45 com horário estendido, além de pontos extras de vacinação para facilitar o acesso da população.

Com apenas oito anos de idade, criança transforma experiências de bullying e racismo em livro ilustrado

Quando aprendeu a formar suas primeiras frases com lápis e papel, Manuela de Avila Alvarenga descobriu na escrita uma forma de expressar suas emoções. Aos oito anos, decidiu transformar suas experiências dolorosas em seu primeiro livro ilustrado. O livro nasceu de sentimentos que Manu guardou após passar por bullying na escola e ouvir uma reportagem sobre racismo na televisão, que a fez relembrar a dor que sentiu. Manu uniu a dor causada pelo apelido na escola com a indignação do caso de racismo na TV e criou uma história de conscientização. Ela desejava que ninguém mais fosse destratado por causa da cor da pele ou qualquer outra característica. Usando folhas de caderno dobradas e coladas, Manu escreveu o título na capa e a história nas páginas interiores, depois foi até sua mãe, Quemili de Avila Rodrigues, manifestando o desejo de publicar o livro, surpreendendo a mãe. A versão original do livro, escrita em letra bastão, expressa a pureza e simplicidade de Manu. Quemili conta que sua filha já havia escrito outros textos, como um pequeno conto de dinossauros para o primo e cartas e poemas para as avós. Ela acredita que a melhor forma de lidar com as experiências ruins que as crianças enfrentam é acolhê-las e oferecer apoio. Quemili buscou apoio com o Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP/MS) para tornar o desejo de Manu realidade. Conversou com o escritor Ademir Barbosa dos Santos, que orientou a família. Manu adiantou que está escrevendo mais um livro sobre correr atrás de seus sonhos, além de sua obra “O Preconceito do Gato Preto”, que conta a história de um pet shop com dois gatinhos, onde o gatinho preto nunca era adotado.