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Procon Municipal e ANP realizam fiscalização em postos da Capital

O Procon Municipal de Campo Grande integrou a força-tarefa nacional realizada em conjunto com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A operação ocorreu na quinta-feira (27), simultaneamente em diversas cidades do país e teve

O Procon Municipal de Campo Grande integrou a força-tarefa nacional realizada em conjunto com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A operação ocorreu na quinta-feira (27), simultaneamente em diversas cidades do país e teve como objetivo verificar possíveis irregularidades relacionadas aos preços, à qualidade e à quantidade dos combustíveis comercializados.

Em Campo Grande, três postos de combustíveis foram fiscalizados. Durante a ação, as equipes realizaram testes de qualidade da gasolina e do etanol, verificaram a vazão das bombas e analisaram notas fiscais de compra dos produtos.

Segundo o Procon Municipal, também foi feito o cruzamento de informações entre o valor de aquisição junto às distribuidoras e o preço final repassado ao consumidor, com o objetivo de identificar possíveis práticas abusivas.

Apesar da fiscalização detalhada, não foi constatada nenhuma irregularidade. Todos os estabelecimentos estavam em conformidade com as normas, tanto em relação à qualidade dos combustíveis quanto à quantidade fornecida e à documentação fiscal apresentada.

A ação ocorreu de forma tranquila e organizada, sem intercorrências durante as abordagens.

Monitoramento contínuo

O Procon Municipal reforça que a fiscalização no setor é permanente e segue sendo realizada em parceria com a ANP. Entre os principais pontos verificados estão:

Qualidade do combustível: conformidade com os padrões técnicos exigidos
Teste de vazão: garantia de que o volume abastecido corresponde ao indicado na bomba
Transparência de preços: clareza e visibilidade das informações ao consumidor

O órgão orienta que a população continue atenta e denuncie qualquer suspeita de irregularidade, como problemas na qualidade, divergência na quantidade abastecida ou indícios de preços abusivos.

As denúncias podem ser feitas pelo telefone 156, opção 6.

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