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Anvisa cancela venda de pomadas para fixar cabelos; veja a lista

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) cancelou a comercialização de 47 pomadas para fixar ou modelar cabelos por não atenderem aos critérios estabelecidos para essa categoria de cosméticos. Segundo a Agência, as empresas não se adequaram às exigências da resolução 814/2023. Confira a lista dos produtos cancelados.   A Agência destaca que apenas os produtos regularizados podem ser fabricados e vendidos e o descumprimento dessa norma é considerado uma infração sanitária, sujeita a penalidades que incluem multa, cancelamento de registro, interdição do estabelecimento.  Segundo a Anvisa, a maioria dos produtos cancelados descumpriu o artigo da resolução que determinava a adequação dos processos de produtos que haviam sido regularizados por notificação e a apresentação de informações como:  Logo após a publicação da RDC 814/2023, a Anvisa já havia cancelado os registros de 1.266 pomadas.  Dicas A Anvisa elaborou uma página com orientações sobre pomadas para fixar ou modelar cabelos.   O uso de produtos irregulares ou de forma inadequada pode provocar efeitos indesejados como cegueira temporária (perda temporária da visão), forte ardência nos olhos, lacrimejamento intenso, coceira, vermelhidão, inchaço ocular e dor de cabeça.   A lista das pomadas autorizadas está disponível no site da Agência. Só os produtos dessa lista podem ser comercializados. Veja aqui a lista completa.  Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Dengue: produção nacional e dose única são vantagens da nova vacina

O anúncio do Ministério da Saúde sobre a primeira vacina nacional contra a dengue traz consigo outros avanços importantes, como o aumento no volume de doses disponíveis, a produção do imunizante no país, o novo esquema vacinal de apenas uma dose e a perspectiva de inclusão de novos públicos-alvo, afirma a presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), Mônica Levi. A médica lembra que o total de 60 milhões de doses que serão entregues no ano que vem, apesar de ser seis vezes maior do que o previsto para 2025, é insuficiente para vacinar toda a população brasileira. Isso significa que o Programa Nacional de Imunizações ainda precisará definir um público-alvo para receber o imunizante que será produzido pelo Instituto Butantan e foi batizado de Butantan-DV. Por enquanto, a vacina que está sendo aplicada nos postos de saúde é a QDenga, da farmacêutica japonesa Takeda, e apenas em adolescentes de 10 a 14 anos, em cidades com maior incidência da doença, com exceção das doses próximas do vencimento, que podem ser recebidas por pessoas de outras idades. Mônica Levi diz esperar que novos estudos da Butantan-DV mostrem a segurança e a eficácia da vacina também entre os idosos. “Os adolescentes internam-se mais e tem mais quadros graves, mas quem mais morre são os idosos. Só que, nas vacinas disponíveis, a faixa etária acima de 60 anos não foi contemplada nos estudos. Mas, no projeto anunciado, há um estudo em populações de outras faixas etárias. Como a vacina do Butantã é de 2 a 59 anos, eu entendo que as outras faixas etárias de interesse são de 60 anos para cima. E isso seria muito importante, porque os idosos tem maior mortalidade”, diz a especialista. Mesmo que a capacidade de produção seja insuficiente para toda a população brasileira, outra inovação da Butantan-DV deve ajudar a aumentar as coberturas vacinais: é o primeiro imunizante contra a dengue do mundo aplicado em apenas uma dose. “Em qualquer faixa etária, mas principalmente nos adolescentes, nas vacinas de múltiplas doses, a segunda ou a terceira sempre têm um uma evasão, sempre tem piores coberturas. Sem dúvida, é muito mais fácil fazer campanha pontual de uma dose só do que conseguir completar um esquema maior”, afirma Mônica Levi. A Butantan-DV foi desenvolvida em parceria com o Instituto Nacional de Saúde Americano e a farmacêutica MSD e será produzida em conjunto com a empresa WuXi Biologics. Ainda assim, a vacina foi apresentada como 100% nacional porque todas as etapas de sua produção serão realizada em solo brasileiro. Segundo a presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, é uma grande vantagem, inclusive para diminuir o risco de desabastecimento ou atraso na entrega das vacinas. “Não depender de acordos que os laboratórios tenham com outros países, se há surtos ou epidemias, isso permite autonomia. Você vai ter uma produção que atenda a sua população, e isso é fundamental para garantir a quantidade de vacinas para a população que se pretende vacinar.” Bom resultado de testes O imunizante é tetravalente, ou seja, protege contra os quatro tipos da dengue. Na última etapa de testes, a vacina teve 79,6% de eficácia geral e 89,2% de eficácia entre as pessoas que já tiveram a doença, mas ainda está sendo avaliada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que é a responsável pela autorização do uso da vacina no país. Mônica Levi lembra ainda que todos esses benefícios da Butantan-DV só devem chegar à população a partir de 2026, logo, não se pode descuidar da prevenção ambiental, para controlar a disseminação do Aedes aegypti, mosquito que transmite a doença. A dengue não é transmitida de uma pessoa para outra, o que significa que a vacina não é capaz de produzir a chamada “imunidade de rebanho”, quando um certo número de pessoas vacinadas é suficiente para bloquear ou até erradicar o agente causador. “Claro que você vai ter menos gente infectada para os mosquitos se contaminarem e picarem outras pessoas, mas não é uma proteção segura, por exemplo, para quem não foi vacinado porque tinha contraindicação, ou estava gestante, era imunocomprometido grave.” De acordo com o Painel de Monitoramento do Ministério da Saúde, o Brasil já registrou este ano mais de 439 mil casos prováveis de dengue, com 177 mortes confirmadas. Em janeiro, a quantidade de casos foi menor do que no mesmo mês do ano passado, quando houve surto da doença, mas superior aos registros de 2023. Tâmara Freire – Repórter da Agência Brasil Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Senar/MS capacita técnicos para combater a violência contra mulheres no campo

Em quatro anos, mais de 300 trabalhadores do meio rural de Mato Grosso do Sul foram capacitados para combater a violência doméstica e familiar contra a mulher. O Projeto Acolhe no Campo, realizado pelo do Senar/MS em conjunto com Ministério Público do Estado (MPMS), é voltado para profissionais que lidam diretamente com produtores rurais. O coordenador da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), Nivaldo Passos, destaca que a capacitação tem um papel fundamental na conscientização desses profissionais sobre comportamentos que antes poderiam passar despercebidos, mas que podem indicar situações de violência. “A iniciativa capacita profissionais para identificar e agir diante de situações de vulnerabilidade e violência no campo, especialmente contra mulheres. Nesse cenário, instrutores, supervisores e técnicos de campo têm um papel essencial, pois atuam diretamente no atendimento e vivenciam de perto a realidade dos produtores rurais.” A parceria entre as instituições têm o objetivo de levar informação de qualidade, com clareza e responsabilidade, aos homens e mulheres do campo, oferecendo às famílias informações e ferramentas para enfrentar o problema. O trabalho de formação dos profissionais é realizado pelo Núcleo da Cidadania do MPMS.  A promotora de Justiça e coordenadora do Núcleo da Cidadania do MPMS, Clarissa Carlotta, explica que as mulheres que residem no campo encontram maior dificuldade de acesso à informação pela posição geográfica que se encontram. “Um dos pilares do projeto é levar esse conhecimento à mulher por meios dos técnicos e técnicas do Senar/MS, especialmente com relação aos tipos de violência previstos na Lei Maria da Penha e as formas de proteção.” Ao longo do projeto, situações envolvendo violência contra mulheres foram identificadas. A analista da ATeG, Paula Martins, destaca que o programa vai além do âmbito profissional, estimulando reflexões pessoais nos participantes.  “No ano passado, nós tivemos uma situação de violência doméstica envolvendo uma familiar de um profissional que passou pela capacitação. Com o conhecimento adquirido, ele conseguiu orientar a vítima a procurar a delegacia e solicitar uma medida protetiva, que pode ter evitado que o caso tomasse proporções ainda mais graves”, contou a analista.  Para alcançar cada vez mais pessoas, o Sistema Famasul, em parceria com o MPMS, vai realizar uma palestra do programa Acolhe no Campo na Casa Rural no dia 28 de fevereiro, exclusivamente para colaboradores. O objetivo é apresentar práticas para identificar e lidar com as diferentes formas de violência que afetam, principalmente, mulheres na comunidade rural. Assessoria Famasul

Ministério das Mulheres acompanha caso de feminicídio em Campo Grande

A ministra das Mulheres desembarcou em Campo Grande nesta terça-feira (18) para acompanhar o andamento das investigações sobre o feminicídio da jornalista Vanessa Ricarte, morta na semana passada pelo ex-noivo. O caso teve grande repercussão e gerou debates sobre possíveis falhas na proteção da vítima, já que Vanessa havia solicitado medida protetiva horas antes de ser assassinada. A agenda da ministra inclui reuniões com autoridades locais e entidades de defesa dos direitos das mulheres para discutir novas ações de enfrentamento à violência de gênero. A expectativa é que sejam anunciadas medidas de reforço na rede de proteção às mulheres em Mato Grosso do Sul.

São Paulo tem umidade baixa e temperaturas entre 35 e 40 graus

O estado de São Paulo registrou temperaturas acima de 40 graus no começo da tarde de ontem (17). No segundo dia de alerta para a onda de calor no estado, as temperaturas mais altas foram registradas no litoral e no Vale do Ribeira: 40,2 graus em Iguape; 40,1 graus em Registro e 40 graus em Santos. Parte da região, como os municípios de Registro e do Guarujá, tem a situação agravada devido à necessidade de atendimento a dezenas de famílias desalojadas nas chuvas das duas últimas semanas. Além das medições nas estações, mais precisas, termômetros de rua marcavam temperaturas acima de 40 graus na zona oeste da capital paulista, onde as tendas de atendimento da prefeitura registraram cerca de 200 mil atendimentos desde a última quinta-feira (13). A previsão é de temperaturas elevadas até pelo menos esta quarta-feira (19), com recomendação de prefeituras e do estado para que idosos e crianças pequenas recebam atenção redobrada. Segundo a Defesa Civil de São Paulo, é a primeira onda de calor deste ano no estado, a terceira no país. A temperatura na casa de 38 graus deve permanecer em diversas regiões do estado, pelo menos até a quarta-feira, com previsão de chuvas já a partir de amanhã (18). Na capital paulista, o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) indicou medições na casa dos 35 graus na região sul, em Parelheiros, com registro de umidade do ar em 34%. No outro extremo da cidade, em Perus, foram registrados 33 graus e 31% de umidade relativa do ar. “Nessas situações de calor intenso, a recomendação do CGE é beber água à vontade, não esperar sentir sede para se hidratar, evitar exposição ao sol forte e exercícios físicos ao ar livre nas horas de maior aquecimento, entre as 10h e as 17h”, diz nota da instituição. “Além disso, é imprescindível o uso bonés, chapéus, protetor solar, óculos escuros e umidificadores nos ambientes internos, como toalhas molhadas e baldes com água”, acrescenta o CGE. Apesar da recomendação, não houve qualquer indicação de suspensão ou restrições a atividades nas escolas ou em parques e áreas de lazer. Segundo o CGE, a cidade de São Paulo está em estado de alerta para altas temperaturas.  Foto: Agência Brasil

Inmet e Defesa Civil alertam para risco de chuvas intensas no sul do Brasil

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e a Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiram um alerta para chuvas intensas que devem atingir diversas cidades gaúchas e catarinenses nos próximos dias. Segundo os meteorologistas, a combinação de frentes frias com massas de ar úmidas pode provocar temporais, alagamentos e até deslizamentos de terra em regiões vulneráveis. Os órgãos recomendam que a população evite áreas de risco, como encostas e margens de rios, e permaneça atenta a sinais de inundações e desmoronamentos. Para quem precisa sair de casa, a recomendação é evitar vias alagadas e acompanhar os boletins da Defesa Civil para atualizações sobre o cenário climático. Cidades do interior do Rio Grande do Sul, especialmente na região da Serra Gaúcha e do Vale do Taquari, estão em estado de atenção. Em Santa Catarina, os municípios próximos ao litoral devem registrar volumes elevados de chuva, podendo ultrapassar 100 mm em poucas horas. Moradores podem receber alertas via SMS cadastrando o CEP da residência pelo telefone 40199, serviço gratuito disponibilizado pela Defesa Civil para informar sobre riscos meteorológicos em tempo real. Foto: Agência Brasil

Governo de MS debate plano de saúde digital para melhorar atendimento no SUS

O Governo de Mato Grosso do Sul deu início, nesta segunda-feira (17), ao planejamento do Plano de Ação para Saúde Digital, um projeto que busca modernizar e integrar os serviços públicos de saúde no estado. A proposta prevê a implementação de tecnologias inovadoras, como telemedicina, digitalização de prontuários e inteligência artificial para agilizar diagnósticos e melhorar a eficiência no atendimento aos pacientes. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, um dos principais desafios do SUS em Mato Grosso do Sul é reduzir filas de espera para consultas e exames especializados. Com a digitalização, espera-se que a população tenha um acesso mais rápido e eficiente aos serviços de saúde. Além disso, o governo estuda a ampliação do atendimento remoto para municípios mais afastados, onde a presença de médicos especialistas é limitada. A expectativa é que a iniciativa comece a ser implantada ainda no primeiro semestre de 2025, trazendo benefícios diretos para pacientes e profissionais da área.

Cineasta Cacá Diegues morre aos 84 anos no Rio de Janeiro

O cineasta Cacá Diegues, um dos maiores nomes do Cinema Novo brasileiro, faleceu nesta sexta-feira (14), aos 84 anos, no Rio de Janeiro. Diegues foi responsável por obras icônicas como “Xica da Silva”, “Bye Bye Brasil” e “Deus é Brasileiro”, que ajudaram a moldar a identidade do cinema nacional. A família ainda não divulgou a causa da morte, mas confirmou que os detalhes sobre velório e sepultamento serão informados em breve. Ao longo de sua carreira, Diegues se destacou por abordar temas sociais, políticos e culturais, retratando o Brasil em suas diferentes facetas. Seu trabalho influenciou diversas gerações de cineastas, consolidando sua importância na história do audiovisual brasileiro. O ministro da Cultura, Margareth Menezes, lamentou a perda e destacou a contribuição do cineasta para a cultura do país. “Cacá Diegues foi um visionário que nos ajudou a contar histórias brasileiras de forma autêntica e revolucionária”, afirmou. Já a Academia Brasileira de Cinema publicou uma nota destacando sua trajetória e legado. Foto: Divulgação/TV Brasil 

Governo anuncia distribuição gratuita de todos os medicamentos do Farmácia Popular

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, anunciou que, a partir deste mês, todos os 41 medicamentos disponíveis no programa Farmácia Popular passarão a ser distribuídos gratuitamente para a população. Antes da medida, apenas uma parte dos remédios era oferecida sem custo, enquanto outros eram vendidos com desconto de até 90%. A decisão faz parte de uma estratégia do governo para ampliar o acesso a tratamentos essenciais e fortalecer a atenção básica à saúde. Medicamentos para hipertensão, diabetes, asma e anticoncepcionais estão entre os itens que passam a ser fornecidos sem custo. A ampliação do programa deve beneficiar milhões de brasileiros, principalmente aqueles em situação de vulnerabilidade social. A medida também foi bem recebida por especialistas da área da saúde, que consideram o acesso gratuito a medicamentos um passo importante para a redução da mortalidade por doenças crônicas no país.

Forte chuva provoca alagamentos em Campo Grande

Uma forte chuva atingiu Campo Grande na madrugada de sexta-feira (14), provocando alagamentos em diversas regiões da cidade. As avenidas Gury Marques e Guaicurus foram algumas das mais afetadas, registrando trânsito lento e dificuldades para motoristas e pedestres. De acordo com a Defesa Civil, a chuva intensa superou as expectativas da previsão meteorológica, resultando no transbordamento de córregos e no acúmulo de água em áreas críticas. As autoridades pedem que a população evite trafegar por ruas alagadas e mantenha a atenção para possíveis deslizamentos em áreas de risco. Os moradores também relataram quedas de árvores e interrupções temporárias no fornecimento de energia elétrica em alguns bairros. Equipes da prefeitura foram acionadas para atuar na drenagem da água acumulada e na remoção de obstáculos nas vias.