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Hospital Regional convoca 164 aprovados em concurso público de 2024

O Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS) anunciou a convocação de 164 profissionais aprovados no concurso público realizado em 2024 pela Fundação Serviços de Saúde (Funsau). O decreto com a autorização para nomeação foi publicado no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (1º). Serão chamados 96 enfermeiros e 35 médicos, além de outros profissionais da saúde para completar o quadro de servidores da unidade hospitalar. A convocação também inclui vagas destinadas a pessoas com deficiência (PcDs), negros e indígenas, conforme previsto em edital. O concurso ofereceu ao todo 279 vagas de níveis fundamental, médio e superior. Neste momento, a convocação contempla 162 vagas para cargos de nível superior, com destaque para a área da enfermagem, que receberá o maior número de profissionais. Confira os cargos que serão convocados: A nomeação seguirá a ordem de classificação dos candidatos que foram aprovados em todas as etapas do concurso, dentro da validade do certame. Os nomes dos convocados ainda não foram divulgados oficialmente.

Infraestrutura de vacinação de Mato Grosso do Sul terá reforço com aquisição de novos equipamentos

A aquisição de equipamentos visa aprimorar a infraestrutura das salas de vacina, garantindo melhor conservação e controle das doses Manter a conservação adequada de vacinas é um dos desafios da saúde pública, e Mato Grosso do Sul dá um passo importante para fortalecer sua rede de imunização. Com a aquisição de kits para salas de vacina em todo o estado, a infraestrutura desses espaços será aprimorada, garantindo maior segurança no armazenamento e no registro das doses aplicadas. A compra dos equipamentos será realizada pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) com recursos provenientes de uma emenda parlamentar da senadora Soraya Thronicke. O investimento totaliza R$ 9.380.681,00 (nove milhões, trezentos e oitenta mil, seiscentos e oitenta e um reais). Após a aquisição, os equipamentos serão entregues aos 79 municípios sul-mato-grossenses, beneficiando um total de 439 salas de vacina. Cada unidade receberá um conjunto composto por refrigerador para conservação de imunobiológicos (capacidade de 300 litros, temperatura de 2º a 8ºC), computador desktop, nobreak e ar-condicionado tipo split. A distribuição será feita em duas etapas: na primeira fase, 197 salas de vacina serão contempladas, e, na segunda, mais 242 unidades receberão os equipamentos. O gerente de Imunização da SES, Frederico Moraes, afirma que o investimento fortalece a rede de imunização do estado e demonstra o compromisso da SES com a ampliação do acesso a vacinas e com a saúde pública como um todo. “A estruturação das salas de vacina é um passo fundamental para garantir a qualidade do serviço prestado à população. Com a aquisição desses novos equipamentos, estamos reforçando a segurança no armazenamento e na conservação dos imunizantes, assegurando que cheguem à população em perfeitas condições. Além disso, a informatização dos atendimentos permitirá um controle mais eficiente da aplicação das doses, beneficiando diretamente os usuários do SUS (Sistema Único de Saúde)”, afirma. O objetivo é estruturar os postos de vacinação em diversas regiões do estado, assegurando condições adequadas para armazenamento e manuseio das vacinas, além de melhorar a informatização dos atendimentos. A iniciativa reforça a importância de investir na estruturação das salas de vacina, garantindo não apenas a preservação dos imunizantes, mas também a qualidade do serviço prestado à população. Kamilla Ratier, Comunicação SESFoto: Bruno Rezende/Secom

Preço dos remédios pode subir até 5% a partir de hoje

A partir desta segunda-feira (31), entra em vigor o novo teto de reajuste dos preços de medicamentos no Brasil. A atualização foi definida pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), que autorizou um reajuste máximo de 5% para este ano. A medida estabelece um limite para o aumento dos valores praticados, com o objetivo de evitar abusos e proteger o consumidor. No entanto, a aplicação do reajuste não é automática. Cabe às farmacêuticas, distribuidoras e estabelecimentos comerciais decidirem se irão ou não aplicar o aumento, dentro dos percentuais autorizados e conforme a concorrência do mercado. Como será o reajuste por categoria Os medicamentos são divididos em três categorias, e os percentuais de reajuste variam conforme o nível de concorrência dos genéricos em cada faixa: O índice autorizado para 2025 é superior ao reajuste de 4,5% aplicado no ano anterior, que havia sido alinhado à inflação. A tabela completa com os preços máximos permitidos está disponível no site da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

“Chegamos ao fundo do poço”, lamenta Rinaldo sobre crise na Santa Casa

A crise na Santa Casa de Campo Grande preocupa deputados da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), após a Justiça determinar o repasse imediato do montante de mais de R$ 46 milhões, pactuados com a Prefeitura de Campo Grande, que está em atraso. A informação é do deputado Professor Rinaldo Modesto (Podemos), que disse lamentar a situação. “Chegamos ao fundo do poço, se é que há o fundo, chegamos a esse local. Digo isso com muita tristeza. Nunca usei microfone para usar da demagogia, não faz parte da minha natureza, mas a realidade é que estamos tratando de vidas e quando eu digo isso é que eu vi ontem que três médicos que foram até a delegacia fazer boletim de ocorrência de preservação de direitos, alegando o risco de perdermos a vida de 70 pacientes por falta de insumos para cirurgias. Isso é lamentável”, discursou. De acordo com o Rinaldo, há familiares de pacientes alegando que receberam telefonema de marcação de cirurgia após 60 dias do falecimento de quem estava esperando.  “Ao longo da campanha foram dezenas de testemunhos como esse, mas a situação é muito pior que imaginávamos. Não tem um dia que eu não recebo pessoas que estão há anos precisando de atendimento. Por isso faço o apelo à Prefeitura que ressarça a Santa Casa a dívida que tem, com  a contratualização tripartite, deixou de pagar. A Saúde está colapsada. A preocupação é de todos nós”, ressaltou. Rinaldo sugeriu pedido de ajuda da Prefeitura aos membros da bancada federal, pois é na Santa Casa que são resolvidos os casos de maior complexidade no estado. “Não deixe as pessoas morrerem de forma indigente. Sem contar os inúmeros que estão em uma cama com dor, à espera. E eu que achei que a pandemia ia ensinar o povo a ter mais empatia, mas parece que não mudou nada. A culpabilidade era em cima do ex-prefeito e agora? Não é possível que no momento de maior vulnerabilidade, contribui com os impostos e não tem o retorno com o atendimento. Fico na torcida que nenhuma vida venha se perder pela insensibilidade da gestão”, concluiu. O deputado Pedro Kemp (PT) concordou dizendo que a necessidade é urgente, tendo em vista que a Santa Casa também atende pacientes do interior. “O que é revoltante é que lembramos muito bem do processo eleitoral o discurso que tudo estava uma maravilha. E parece que está falida, não só na área da Saúde, mas podem ver nas outras áreas que a Prefeitura não consegue dar respostas mínimas aos buracos, aos CRAS, aos conselhos tutelares, sem condições mínimas. Quem sente muito de perto é quem mais precisa do atendimento, de fazer um exame mais completo. Fiquei muito preocupado com os médicos registrando na polícia, nunca vi isso. A prefeitura precisa dar prioridade”, destacou Kemp.

Governo MS abre nova frente de cirurgias ortopédicas pelo SUS na região leste do Estado

Ação teve início semana passada na Fundação Hospitalar de Costa Rica com 36 procedimentos realizados em apenas três dias Alvo de alta procura e com crescente demanda de judicialização, as cirurgias ortopédicas realizadas pelo SUS (Sistema Único de Saúde) ganharam uma nova frente de atendimento nesta semana, com a contratualização da SES (Secretaria Estadual de Saúde) e a Fundação Hospitalar de Costa Rica. Os atendimentos tiveram início na última segunda-feira (24), com o início das cirurgias ortopédicas para procedimentos de prótese de quadril, joelho e reposição de ligamento e menisco. Entre 24 e 27 de março, foram realizadas 36 cirurgias. As avaliações estão sendo feitas desde o final de fevereiro, atendendo pacientes de Costa Rica e região. “A demanda por cirurgias ortopédicas é um desafio que temos enfrentado e, para acelerar a realização dos procedimentos, o ‘MS Saúde: Mais Saude, Menos Fila’ tem trabalhado na expansão da oferta de serviços ortopédicos ao longo do último ano. A SES tem feito a contratualização com hospitais em diversas regiões, garantindo que as cirurgias necessárias sejam realizadas mais perto da população”, explica a Superintendente de Gestão Estratégica da SES, Maria Ângela Benetasso. Regionalização em prática Ela detalha que a estratégia atende diretamente ao princípio da regionalização, com foco nos cinturões de média complexidade. A proposta é que as cidades vizinhas às referências de alta complexidade assumam os atendimentos de média complexidade. No caso da Costa Rica, que está inserida no cinturão da Costa Leste, a cidade absorve casos de média complexidade, garantindo que procedimentos como as cirurgias ortopédicas sejam realizados o mais próximo possível do paciente. Desta forma, os atendimentos passam a ser feitos perto da casa do paciente, enquanto os centros maiores, como Três Lagoas, ficam focados nos casos mais graves. “Toda a arquitetura construída nesse sentido visa proporcionar um atendimento mais ágil e eficaz, garantindo que a população consiga acesso rápido e de qualidade aos cuidados de saúde”, conclui. “A parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Saúde, é fundamental para garantirmos atendimentos especializados aos nossos munícipes. Por meio do Programa MS Saúde, esses atendimentos estão sendo realizados no próprio município, evitando o deslocamento dos pacientes para outras cidades e ampliando o acesso aos tratamentos necessários. Além disso, a iniciativa contribui para reduzir a demanda reprimida em nosso município e ainda beneficia moradores de outras regiões do estado”, confirma o secretário municipal de Saúde de Costa Rica, Daniel Raykson Lemos Santos. Oftalmológicos Além das cirurgias ortopédicas, Costa Rica iniciou, também nesta semana pelo Programa ‘MS Saúde: Mais Saude, Menos Fila’, atendimentos especializados em retina.  O programa oferece acompanhamento oftalmológico contínuo, evitando que os pacientes precisem se deslocar para outras cidades. Nos dias 22 e 23 de março, 86 pacientes passaram por avaliação de retina, com 47 realizando aplicações oculares. O atendimento especializado já é feito em Campo Grande, no Hospital São Julião, desde novembro de 2024; e será disponibilizado em Fátima do Sul a partir de 4 de abril deste ano. Os serviços oferecidos incluem exames, injeções intravítreas, laser e até procedimentos de vitrectomia, garantindo um tratamento completo para os pacientes. Danúbia Burema, Comunicação SESFotos: Sec. Mun. de Saúde de Costa Rica

Crise na Santa Casa: Prefeitura recorre contra pagamento de R$ 46 milhões

A Prefeitura de Campo Grande ingressou com recurso no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) para suspender uma liminar que a obriga a repassar R$ 46,3 milhões à Santa Casa no prazo de 48 horas. A administração municipal argumenta que o cumprimento imediato dessa decisão comprometeria a prestação de outros serviços essenciais à população. ​ A dívida em questão refere-se a repasses federais destinados ao hospital durante a pandemia de COVID-19. Embora reconhecidos judicialmente como devidos, esses valores ainda estão em disputa no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A Santa Casa alega que os recursos são fundamentais para a manutenção dos serviços básicos. ​ Recentemente, o hospital enfrentou superlotação e falta de insumos, levando à suspensão do recebimento de novos pacientes. Diante dessa situação, a Justiça determinou o repasse emergencial dos recursos, sob pena de bloqueio dos valores diretamente das contas municipais. ​ A direção da Santa Casa alertou para o risco iminente de interrupção total dos serviços devido às dificuldades financeiras, destacando que a instituição opera há anos em situação de subfinanciamento, apesar de ser responsável por mais da metade dos atendimentos hospitalares da capital. Além disso, médicos do hospital denunciaram a falta de insumos básicos e o fechamento do setor de ortopedia, registrando boletim de ocorrência sobre a situação crítica enfrentada pela unidade. O Ministério Público de Mato Grosso do Sul acompanha de perto a crise, tendo instaurado procedimentos para apurar irregularidades nos atendimentos e o desabastecimento de medicamentos e insumos na Santa Casa.

Vacinação contra a gripe em Campo Grande: opções gratuitas e particulares

A partir de quinta-feira (27), as unidades públicas de saúde de Campo Grande iniciaram a aplicação da vacina contra a Influenza para os grupos prioritários. Simultaneamente, laboratórios da rede privada também disponibilizam o imunizante para o público em geral, com valores que podem chegar a R$ 140.​ Público-alvo da vacinação Nos serviços privados, qualquer indivíduo a partir de seis meses de idade pode receber a vacina. Já na rede pública, as primeiras semanas da campanha focam em grupos prioritários, como idosos, pessoas com comorbidades, crianças e profissionais da linha de frente. Em Campo Grande, a vacinação está disponível para bebês a partir de 6 meses, idosos com 60 anos ou mais, gestantes e puérperas.​ Além disso, podem se vacinar povos indígenas, quilombolas e pessoas em situação de rua. Profissionais da saúde, professores de todos os níveis de ensino, membros das Forças de Segurança e Salvamento, das Forças Armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário (urbano e de longa distância), portuários e funcionários dos Correios também estão incluídos.​ A proteção se estende a pessoas com deficiência permanente e à população privada de liberdade, incluindo funcionários do sistema prisional, bem como adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas. Indivíduos com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais também fazem parte do público prioritário desta etapa da campanha.​ Para receber a dose na rede pública, basta comparecer à unidade de saúde mais próxima, portando documento de identidade com foto e cartão do SUS.​ Laboratórios com vacina disponível em Campo Grande Alguns laboratórios da rede particular em Campo Grande já iniciaram a imunização contra a gripe. Segue uma lista de clínicas que oferecem a vacina, com os respectivos valores:​ Laboratório Preço Sabin R$ 135 Vaccini R$ 140 Imunitá R$ 135 Vaccine Care R$ 140 Observa-se que os preços na rede privada variam entre R$ 135 e R$ 140. É recomendável entrar em contato com os laboratórios para confirmar a disponibilidade e possíveis atualizações nos valores.​ Unidades de saúde para vacinação gratuita A vacinação gratuita está disponível em diversas Unidades de Saúde da Família (USFs) em Campo Grande. A seguir, algumas das unidades com seus respectivos endereços e horários de atendimento:​ Recomenda-se verificar os horários de funcionamento das salas de vacina nas unidades de saúde mais próximas de sua residência, pois podem variar.​ A vacinação é uma medida essencial para prevenir a gripe e suas complicações, especialmente entre os grupos mais vulneráveis. Tanto a rede pública quanto a privada oferecem opções para a imunização da população de Campo Grande.​

Médicos alertam para riscos da gripe em pessoas com mais de 60 anos

O Sistema Único de Saúde (SUS) registrou em 2024 um crescimento de 189% nas hospitalizações de idosos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por influenza, em relação a 2023. Para chamar a atenção da população para os riscos da gripe em pessoas com mais de 60 anos, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), em parceria com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), realiza nesta quarta-feira (26) o encontro Além da Gripe – Um debate sensível à gravidade dos riscos e impactos provocados pelo vírus da influenza. O objetivo do encontro é fazer um alerta sobre a sazonalidade da gripe, principalmente por conta dos baixos índices vacinais e dos riscos que este cenário pode causar para a população idosa. Segundo as entidades organizadoras, a sazonalidade está associada ao começo do outono e à mudança do clima em vários lugares do país, época em que as baixas temperaturas podem contribuir para que o vírus acabe circulando com mais intensidade, o que aumenta a necessidade de proteção e o risco de hospitalização. De acordo com as entidades, a partir dos 40 anos, o risco de ataque cardíaco aumenta em dez vezes e o de AVC oito vezes nos primeiros três dias após uma infecção por influenza e idosos permanecem com risco elevado para AVC até dois meses depois de se contaminar pelo vírus, o que reflete nas admissões em UTI, que cresceram 187% e em 157% mais óbitos. Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil 

Campo Grande inicia vacinação contra a Influenza nesta quinta com mais de 25 mil doses disponíveis

A partir desta quinta-feira (27), a campanha de imunização contra a Influenza terá início em Campo Grande. O município recebeu um lote com 25.300 doses da vacina, que serão distribuídas nas 74 unidades básicas de saúde da cidade. A vacinação priorizará os grupos considerados de maior vulnerabilidade, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde. A ação visa conter o avanço dos casos graves da gripe, em um momento em que os atendimentos por síndromes respiratórias vêm aumentando significativamente na capital. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), neste último fim de semana, as unidades de saúde ultrapassaram 4 mil atendimentos relacionados a sintomas respiratórios. Nesta fase inicial, serão contempladas as pessoas incluídas nos grupos prioritários do Programa Nacional de Imunização (PNI), entre elas: crianças de 6 meses até menores de 6 anos, gestantes, puérperas, indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, profissionais da saúde e da educação, integrantes das Forças Armadas, Forças de Segurança e Salvamento, trabalhadores de transporte coletivo, caminhoneiros, trabalhadores portuários, carteiros, população carcerária e funcionários do sistema prisional, jovens sob medidas socioeducativas, pessoas com doenças crônicas e condições clínicas especiais, além de idosos com 60 anos ou mais. A secretária municipal de Saúde, Rosana Leite, reforçou a importância da adesão à campanha. “Nosso objetivo é proteger quem mais precisa. A vacinação é fundamental, especialmente diante do aumento expressivo nos atendimentos por problemas respiratórios. A partir de quinta, esperamos que todos os integrantes dos grupos prioritários compareçam às unidades de saúde para se imunizar”, destacou. Ela também alertou sobre a importância de medidas preventivas, como o uso de máscaras em casos de sintomas gripais. “Se você está com tosse, coriza ou outros sinais de gripe, evite o contato direto com outras pessoas, principalmente com crianças e idosos, e utilize máscara”, recomendou Rosana. Segundo a superintendente de Vigilância em Saúde e Ambiental, Veruska Lahdo, a vacina é uma ferramenta crucial de prevenção. “Ela não impede totalmente a infecção pelo vírus, mas evita que a doença evolua para formas graves, reduzindo internações e óbitos. Por isso, é essencial garantir uma alta cobertura entre os grupos prioritários”, explicou. Além da imunização contra a Influenza, as unidades de saúde também farão a atualização da caderneta vacinal, incluindo a aplicação de doses contra a Covid-19. A expectativa da Sesau é de que novos lotes da vacina sejam enviados nas próximas semanas, permitindo a ampliação da campanha e o alcance de mais pessoas em Campo Grande. A vacinação seguirá até o fim da campanha nacional, com foco na prevenção, segurança e no fortalecimento da saúde pública da capital sul-mato-grossense.

Família ganha ensaio fotográfico com Melissa, bebê de 4 meses, internada em UTI Pediátrica  

Com o apoio da equipe do Hospital Unimed Campo Grande, o mêsversário da pequena foi eternizado, trazendo conforto e carinho à família em meio à adversidade  A experiência de estar internado em um hospital é, para muitos, marcada pela sensação de tempo interminável e pela espera ansiosa por dias melhores. Nessas horas, muitas coisas rondam o pensamento, especialmente sobre aquilo que gostaríamos de fazer para aproveitar a vida. É também nos momentos mais difíceis que os gestos de carinho e dedicação de profissionais de saúde podem transformar a realidade de uma família. E foi isso que aconteceu com a pequena Melissa, uma bebê de 4 meses que, internada na UTI Pediátrica Mista do Hospital Unimed Campo Grande, em cuidados paliativos, teve um mêsversário inesquecível, graças ao cuidado e o olhar de empatia de toda a equipe.  Entre uma conversa e outra com a psicóloga hospitalar, Cinthia Munhões Elias, a mãe da pequena paciente, Alessandra Bueno de Castro, revelou sua tristeza por não ter feito um ensaio fotográfico com sua família antes da internação de Melissa, algo que, em seu coração, representava uma forma de eternizar a alegria da sua pequena.   Sensibilizada, Cinthia, com o apoio de outros profissionais do hospital e da sede da cooperativa médica, organizou um ensaio fotográfico ali mesmo, na UTI, seguindo todos os protocolos necessários, com direito a cenário discreto, mas cheio de amor, roupas especiais e uma fotógrafa profissional. Na hora da visita, Alessandra recebeu Cinthia e seu parceiro de trabalho, Fagner Hiroshi Sato, que anunciaram a surpresa. “Eu comentei com a Cinthia que se soubesse o que passaríamos, teria feito um ensaio enquanto podíamos sair com ela e ter essa surpresa me deixou muito emocionada. Fiquei muito feliz, porque vejo o tanto de carinho, amor e dedicação que todos têm conosco. Mesmo em meio às dificuldades, encontramos um acolhimento incrível, e vejo como Deus coloca pessoas maravilhosas em nossas vidas”, falou Alessandra bastante emocionada.  A ação sensibilizou toda a equipe de plantão naquela manhã de sábado, que se achegava no cantinho da porta para dar uma olhada no momento mágico vivido pela família de Melissa. “Esse ensaio vai além da prática profissional.  Sempre tento me colocar no lugar dos pacientes, oferecendo acolhimento e carinho, e saber que estou ajudando a realizar um desejo, ainda que simples, torna nosso trabalho muito mais gratificante. Aqui, enxergamos não só a saúde dos pacientes, mas também as necessidades emocionais de suas famílias”, disse a psicóloga.  O momento especial foi eternizado pelas lentes de Mari Tavora, fotógrafa que usou seu dom e falou da importância desse trabalho realizado a muitas mãos. “Poderia ser só um ensaio simples, mas senti que essa família merecia mais. Assim formamos uma verdadeira força tarefa. O resultado? O mais lindo da minha carreira, não só pela estética, mas pelo significado”.   Dra. Patrícia Otto, pediatra paliativista responsável pelo acompanhamento de Melissa, ressaltou a importância dessas ações em um contexto em que a medicina não pode curar. “Como médica, proporcionar conforto em momentos em que a cura não é possível é essencial. O gesto de oferecer um momento de carinho e lembrança, como o ensaio fotográfico, traz um alívio para a criança e seus familiares. O foco aqui é garantir a qualidade de vida e o conforto de todos, humanizando a assistência.”  Cuidados Paliativos – No Hospital Unimed Campo Grande, a Rede do Abraço é o serviço responsável pelos cuidados paliativos, uma abordagem e cuidado direcionados para pacientes com doenças ameaçadoras da vida e também aos seus familiares, com o objetivo de promover alívio de sofrimento, por meio da prevenção e do controle de sintomas em várias esferas: físicos, social, emocional e espiritual.