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MS enfrenta calor acima de 30°C nesta quinta; Campo Grande pode atingir 34°C

O tempo volta a esquentar em Mato Grosso do Sul nesta quinta-feira (4), com temperaturas acima dos 30°C em praticamente todo o estado. Em Campo Grande, os termômetros devem marcar entre 22°C e 34°C, com destaque para ventos de até 50 km/h e baixa umidade do ar, que pode variar entre 35% e 50% — abaixo dos 60% recomendados pela OMS. Segundo a meteorologia, o aumento de nuvens e a chance de chuvas isoladas e tempestades com raios indicam a aproximação de uma frente fria, que trará instabilidades ao longo do dia. A mudança é causada pela combinação de baixa pressão atmosférica e transporte de calor e umidade, preparando o cenário para queda de temperatura nos próximos dias. 🌍 Previsão por regiões de MS: 🌧️ Frio chegando:Entre os dias 5 e 7 de setembro, a frente fria deve derrubar os termômetros, especialmente no sul do estado. Algumas cidades da faixa de fronteira poderão registrar mínimas de até 10°C. Especialistas recomendam atenção à variação térmica, que pode impactar principalmente pessoas com doenças respiratórias ou cardiovasculares.

Pesquisa mede impacto de mudanças do clima e desmatamento na Amazônia

O período de estiagem na Amazônia brasileira está mais severo e a temperatura da floresta aumentou 2 graus entre 1985 e 2020, segundo estudo liderado por cientistas da Universidade de São Paulo. A análise revisou 35 anos de dados de desmatamentos, temperatura e chuvas no bioma, o que permitiu medir o impacto do desmatamento e da emissão de gases de efeito estufa em todo o mundo sobre a floresta. O desmatamento é responsável por 74,5% da redução de chuvas e 16,5% do aumento da temperatura do bioma nos meses de seca. A pesquisa separou o território do bioma em 29 blocos de análise. Esses blocos, com área delimitada de 300 quilômetros (km) por 300 km, foram pensados assim pois permitiam análises que consideravam o comportamento do clima em escala ampla, considerando grandes chuvas e sistemas climáticos com escala de quilômetros. Sua precisão, porém, era bem mais próxima: usando o mapeamento desenvolvido para monitoramento de supressão de vegetação, pela rede MapBiomas, a “visão” dos pesquisadores chegava a impressionantes 30 metros. Cruzando essas informações, foi possível acompanhar como, nos diferentes quadrantes da região, as mudanças em cobertura vegetal ao longo das décadas tiveram impacto na precipitação e na temperatura.  Além de entender o processo, acenderam mais uma luz de alerta: a manutenção dos ritmos atuais de devastação aqui e de emissão de gases no planeta aumentará os extremos climáticos na região, chegando mais próximo do que seria um ponto de estresse, com impactos cada vez mais profundos no equilíbrio da vida na região, já para 2035. Hoje, a média é de 19% de perda da cobertura, porém há áreas com pico de 80% de superfície desmatada. “A Amazônia é um bioma bastante complexo, que recebe umidade do oceano e tem dinâmica bastante equilibrada a respeito do ciclo hidrológico. Ela já está impactada, precisamos começar a reverter este processo e não há margem para mais fatores de estresse do bioma, internos ou não”, explicou o professor Marco Franco , do Instituto de Astronomia da USP, principal autor do artigo, que recebeu destaque na revista Nature. Os pesquisadores preferem não falar em ponto de não retorno para a floresta, pois o termo não tem consenso na comunidade científica, mas não têm dúvidas em afirmar que não há margem segura para permitir a exploração na região. Grandes empreendimentos, como minas e usinas, podem desequilibrar ainda mais o entorno, com potencial para afetar áreas extensas. “Isso já tem sido sentido na produção da safrinha, que é uma condição rara do nosso agronegócio, em relação ao mundo. Em algumas áreas do bioma ela tem tido quedas relevantes. A seca está aumentando, em média, 12 dias a cada 10 anos”, disse Franco. Ela já é sentida a partir de um limiar relativamente pequeno de supressão, com 10% de perda da vegetação nas áreas analisadas. Segundo os dados obtidos, taxas de supressão entre 10% e 40% da vegetação nativa levam a uma queda mais brusca das chuvas e acentuam o aumento local de temperaturas. A partir daí, a taxa de impacto diminui, porém é cada vez mais difícil reflorestar.  Conhecendo esse impacto, alertam os participantes, fica mais transparente a responsabilidade e a possibilidade de cooperação entre governos. “Já sabíamos que as alterações climáticas ocorriam, a partir de outros estudos. Agora conseguimos mensurar isso, o que nos permite sentar e conversar com os responsáveis. Saber o nosso papel, do Brasil, em relação ao desmatamento, e conversar com o resto do mundo sobre o impacto que as emissões de gases globais de efeito estufa têm sobre a floresta”, explicou o professor Luiz Machado, que acompanhou e coordenou o levantamento.  Segundo os resultados obtidos, as chuvas apresentaram redução de cerca de 21 milímetros (mm) na estação seca por ano, com o desmatamento contribuindo para uma diminuição de 15,8 mm. A temperatura máxima aumentou cerca de 2 °C, sendo 16,5% atribuídos ao efeito da perda florestal e o restante às mudanças climáticas globais. Esse peso varia. Áreas da Amazônia oriental, onde a cobertura vegetal está mais próxima da original, com supressão abaixo de 10%, sofrem bem menos com a seca. Lá a contribuição para o aumento de temperatura é quase exclusiva da emissão industrial, externa e ligada aos países do norte global, como Estados Unidos e a China. Em áreas do sudeste do bioma, como a região de Santarém, no Pará, o impacto do desmatamento no aumento da temperatura é mais equilibrado, além do impacto das secas ser bem mais relevante, explicou Franco.  No artigo, os pesquisadores alertam que se o desmatamento continuar sem controle, a extrapolação dos resultados sugere um declínio adicional na precipitação total durante a estação seca e maior elevação da temperatura. O próximo desafio do grupo está em mensurar o impacto possível, em diferentes cenários, para a floresta, até o ano de 2100. Uma das contribuições do grupo além da mensuração e da comprovação dessa relação entre desmatamento, precipitações e aumento das temperaturas, está na disponibilização de parâmetros para outros grupos de pesquisa, permitindo por exemplo, que biólogos usem esses dados para entender impactos em espécies e territórios mais restritos, dentro do bioma. A Amazônia brasileira perdeu 14% da vegetação nativa entre 1985 e 2023, de acordo com dados do MapBiomas, atingindo uma área de 553 mil km2, o equivalente ao território da França. A pastagem foi a principal causa no período. Mesmo com a queda nos últimos dois anos em relação à área desmatada, o fogo e o avanço de áreas agrícolas continuam ameaçando a região.  Agência Brasil foto Reuters/Ueslei Marcelino

Filmes nacionais têm recorde de inscrição no 27º Festival do Rio

A lista dos selecionados da Première Brasil, mostra competitiva para filmes brasileiros no Festival do Rio, foi divulgada nessa terça-feira (2) e mostra aumento das produções nacionais que alcançarão o público. Este ano, o festival do Rio chega à sua 27° edição de 2 a 12 de outubro e recebeu, entre os inscritos nacionais e internacionais, 320 filmes brasileiros de longa duração. “Nós estamos muito, muito felizes de ter este ano uma Première Brasil que é a maior que a gente já teve, não só a maior no número de inscritos, mas principalmente a maior no número de selecionados’’, comemora Ilda Santiago, diretora do festival. ‘’Acho que o sistema brasileiro neste ano em que é tão importante, muito relevante por tudo o que aconteceu, pelos nossos prêmios, acho que é o momento de a gente poder contar mais histórias, poder dizer que o talento brasileiro existe, então são 124 filmes selecionados. Há  filmes para todos os gostos, filmes em competição, documentários, curtas-metragens, séries brasileiras, esse é realmente para ser um momento de celebração e, principalmente, um momento que nos jogue para um futuro sólido, de uma indústria sólida e que a gente continue produzindo e podendo mandar essas histórias não só para fora do país, mas sobretudo contar para todo o Brasil.’’, acrescenta Santiago. Entre os filmes de longa-metragem que participam da mostra competitiva estão:  A Vida de Cada Um, de Murilo Salles; Cyclone, de Flavia Castro; Ato Noturno, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher; Coração das Trevas, de Rogério Nunes; Quase Deserto, de José Eduardo Belmonte; e Virtuosas, de Cíntia Domit Bittar.  Também em competição, documentários terão sua estreia: Apolo, estreia com direção da atriz Tainá Müller, Cheiro de Diesel, de Natasha Neri e Gizele Martins, Honestino, de Aurélio Michiles,  Meu Coração Neste Pedacinho Aqui – Dona Onete, de Mini Kerti e Massa Funkeira, de Ana Rieper. Além da mostra competitiva, filmes ainda inéditos nos cinemas e que estiveram no Festival de Cannes como O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho e Para Vigo me Voy, de Karen Harley e Lírio Ferreira, terão sessões especiais no festival Confira os filmes brasileiros selecionados: PREMIÈRE BRASIL FICÇÃO A Vida de Cada Um, de Murilo Salles  Ato Noturno, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher  Coração das Trevas, de Rogério Nunes  Cyclone, de Flavia Castro  Dolores, de Maria Clara Escobar e Marcelo Gomes  Love Kills, de Luiza Shelling Tubaldini Pequenas Criaturas, de Anne Pinheiro Guimarães  Ruas da Glória, de Felipe Sholl  Quase Deserto, de José Eduardo Belmonte  Virtuosas, de Cíntia Domit Bittar  #SalveRosa, de Susanna Lira  PREMIERE BRASIL DOCUMENTÁRIO Amuleto, de Igor Barradas e Heraldo HB  Apolo, de Tainá Müller e Isis Broken  Cheiro de Diesel, de Natasha Neri e Gizele Martins  Honestino, de Aurélio Michiles  Massa Funkeira, de Ana Rieper  Meu Coração Neste Pedacinho Aqui – Dona Onete, de Mini Kerti  PREMIERE BRASIL NOVOS RUMOS  Cartas Para…, de Vânia Lima  Criadas, de Carol Rodrigues Espelho Cigano, de João Borges  Eu Não Te Ouço, de Caco Ciocler  Herança de Narcisa, de Clarissa Appelt e Daniel Dias  Nada a Fazer, de Leandra Leal  Timidez, de Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa  Uma em Mil, de Jonatas Rubert e Tiago Rubert  Uma Baleia Pode Ser Destroçada Como uma Escola de Samba, de Marina Meliande e Felipe Bragança (HORS CONCOURS) PREMIERE BRASIL HORS CONCOURS  A Conspiração Condor, de André Sturm  Anos 90: a Explosão do Pagode, de Emílio Domingos e Rafael Boucinha  As Vitrines, de Flavia Castro  (Des)controle, de Rosane Svartman e Carol Minêm O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho  O Homem de Ouro, de Mauro Lima  Para Vigo me Voy, de Karen Harley e Lírio Ferreira Perrengue Fashion, de Flávia Lacerda  Perto do Sol é Mais Claro, de Régis Faria  Por Nossa Causa, de Sergio Rezende  Querido Mundo, de Miguel Falabella e Hsu Chien  Sexa, de Gloria Pires  90 Decibéis, de Fellipe Barbosa  PREMIERE BRASIL RETRATOS  Ary, de André Weller  As Dores do mundo: Hyldon, de Emílio Domingos e Felipe David Rodrigues  Fernanda Abreu – Da Lata, 30 anos, o documentário, de Paulo Severo  Fôlego – Até Depois do Fim, de Candé Salles  Gláucio Gill – Um Teatro em Construção, de Lea Van Steen e Rafael Cardoso Meu Tempo É Agora, de Sandra Werneck Milton Gonçalves, Além do Espetáculo, de Luís Antônio Pillar  Não Sei Viver Sem Palavras, de André Brandão  Ninguém Pode Provar Nada: a Inacreditável História de Ezequiel Neves, de Rodrigo Pinto  O Brasil Que Não Houve – As Aventuras do Barão de Itararé no Reino de Getúlio Vargas, de Renato Terra e Arnaldo Branco  Rei da Noite, de Cassu, Lucas Weglinski e Pedro Dumans  Vou Tirar Você Desse Lugar, de Dandara Ferreira  PREMIERE BRASIL O ESTADO DAS COISAS  Cadernos Negros, de Joel Zito Araújo  Com Causa, de Belisário Franca  Do Outro Lado do Pavilhão, de Emilia Silveira  Invencíveis, de Vitor Leite e Clarice Saliby  Itacoatiaras, de Sergio Andrade e Patrícia Gouvêa  Minha Terra Estrangeira, de João Moreira Salles, Louise Botkay e Coletivo Lakapoy  Na Onda da Maré, de Lucia Murat  O Pai e o Pajé, de Felipe Tomazelli, Luis Villaça e Iwarete Kaiabi  Pau d’Arco, de Ana Aranha  Reconhecidos, de Fernanda Amim e Micael Hocherman Rua do Pescador nº.6, de Bárbara Paz PREMIERE BRASIL À MEIA-NOITE A Própria Carne, de Ian SBF  Copacabana, 4 de Maio, de Allan Ribeiro  Futuro Futuro, de Davi Pretto  Nosferatu, de Cristiano Burlan Quarto do Pânico, de Gabriela Amaral Almeida PREMIERE BRASIL CLÁSSICOS A Mulher de Todos, de Rogério Sganzerla  Gêmeas, de Andrucha Waddington Hermeto Campeão, de Thomas Farkas Nossa Escola de Samba, de Manuel Horácio Gimenez PREMIERE BRASIL GERAÇÃO  Aventuras de Makunáima – Histórias Encantadas da Amazônia, de Chico Faganello  Criaturas – Uma Aventura entre Dois Mundos, de Juarez Precioso  Papaya, de Priscilla Kellen  Quatro Meninas, de Karen Suzane Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul, de Alê Camargo e Jordan Nugem Trago seu amor, de Claudia Castro  PREMIERE BRASIL SÉRIES Ângela Diniz: Assassinada e Condenada, de Andrucha Waddington Ayô, de Yasmin Thayná  De Menor, de Caru Alves de Souza Tremembé, de Vera Egito COPRODUÇÕES BRASILEIRAS  La Quinta, de Silvina Schnicer (Argentina, Brasil, Chile, Espanha)  O Riso e a Faca, de Pedro Pinho

Bonito agora tem voos regulares das três maiores companhias aéreas do Brasil

A cidade de Bonito (MS), conhecida mundialmente por seu ecoturismo, passa a ser atendida pelas três maiores companhias aéreas do Brasil: Latam, Gol e Azul. A novidade é a chegada da Latam Airlines, que inicia operações na próxima semana, com voos diretos saindo de Guarulhos (SP) às quartas-feiras e sábados. Com a nova rota, Bonito amplia sua malha aérea, agora conectada diretamente aos aeroportos de Guarulhos, Congonhas e Viracopos, os principais hubs de São Paulo. A expectativa do governo estadual é que o movimento no aeroporto da cidade supere os 60 mil passageiros até o fim de 2024 — em apenas oito meses, já foram 38,1 mil embarques e desembarques. Segundo Bruno Wendling, diretor da Fundação de Turismo de MS, “a conexão com Guarulhos reforça o elo com o principal ponto de entrada internacional do país”, o que pode impulsionar ainda mais o turismo estrangeiro para a região. A estrutura do aeroporto também foi modernizada e passou por reclassificação, permitindo operações com aeronaves maiores e em condições climáticas adversas. A próxima etapa inclui a ampliação da área construída, prevista para 2025. O impacto da ampliação vai além de Bonito, beneficiando cidades do entorno como Jardim, Bodoquena e Miranda, que compartilham o fluxo turístico da região. A secretária de Cultura do Rio de Janeiro, Danielle Barros, celebrou a novidade, afirmando que a nova malha aérea “amplia o alcance do destino”. O músico Marcelo Dai, que participou do Festival de Inverno de Bonito, também comemorou: “Facilita o retorno e torna o acesso mais democrático”. ✈️ Frequência dos voos para Bonito:

Pantanal vira estrela em campanha da Embratur com National Geographic

O Pantanal brasileiro ganhou destaque mundial na nova campanha “Safári para os Sentidos”, fruto da parceria entre a Embratur e a National Geographic CreativeWorks. A ação inédita tem como objetivo posicionar o bioma como um dos principais destinos de natureza e vida selvagem do planeta, com foco no turismo sustentável e na valorização da cultura local. A experiência foi registrada pelo renomado fotógrafo de vida selvagem Filipe DeAndrade, que percorreu regiões do Pantanal Norte e Sul. O material – fotos, vídeos e relatos – será exibido nas plataformas da National Geographic, incluindo redes sociais, guias de destino e Reels imersivos. A campanha conta com o apoio dos governos de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Sebrae, e busca atrair turistas internacionais, especialmente dos mercados norte-americano e europeu. Segundo Marcelo Freixo, presidente da Embratur, o projeto “desperta os sentidos e revela o Brasil com profundidade, autenticidade e propósito”. A ação destaca elementos sensoriais da região – sons da mata, sabores da culinária local, cheiros da terra molhada e o calor do pôr do sol – como forma de conectar emocionalmente o público ao bioma. “O Pantanal é patrimônio da humanidade e um dos ecossistemas mais diversos do planeta. Mostrar isso ao mundo com uma marca como a National Geographic é um marco para o turismo brasileiro”, afirmou Bruno Wendling, presidente da Fundação de Turismo de MS. Além de seu valor ambiental – com mais de 4.700 espécies registradas – o Pantanal abriga comunidades tradicionais que vivem em harmonia com a natureza, oferecendo uma experiência única para quem busca aventura, contemplação e conexão com o mundo natural.

Faculdade Insted oferece atendimento psicológico gratuito à população

A Faculdade Insted, em Campo Grande, abriu inscrições para atendimentos psicológicos gratuitos na sua Clínica-Escola de Psicologia, voltados a crianças, adultos e idosos. Esta é a primeira vez que o serviço é disponibilizado à comunidade, com o objetivo de ampliar o acesso aos cuidados com a saúde mental. Segundo a instituição, o atendimento é realizado por estudantes do curso de Psicologia, com supervisão de profissionais experientes, oferecendo um espaço seguro e acolhedor para quem busca apoio emocional. As vagas são limitadas e, devido à alta procura, a maioria já foi preenchida. No entanto, uma lista de espera será organizada em caso de desistências ou faltas. A psicoterapia é indicada para diversos casos, como: 📍 Serviço

Governo projeta salário mínimo de R$ 1.631 para 2026

O salário mínimo nacional poderá chegar a R$ 1.631 em 2026, segundo projeção do governo federal no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) enviado ao Congresso nesta sexta-feira (29). O valor representa aumento de 7,44% em relação ao piso atual de R$ 1.518. O cálculo segue a nova política de valorização do mínimo, aprovada em 2023, que considera: Neste caso, o reajuste incorpora o crescimento do PIB de 2024 (estimado em 3,4%), mas limitado ao teto de 2,5%, como previsto no arcabouço fiscal. O valor de R$ 1.631 supera em R$ 1 a estimativa anterior, divulgada na LDO de abril (R$ 1.630). 💰 Impacto e uso do salário mínimo O salário mínimo é referência para: Por isso, o Executivo busca controlar os reajustes dentro dos limites fiscais, evitando que a elevação impacte negativamente no orçamento da União. 🔍 Possíveis alterações O valor definitivo só será confirmado no final de 2025, pois depende da inflação acumulada até novembro daquele ano. A proposta orçamentária ainda será discutida e pode ser ajustada pelo Congresso Nacional.

STJ retoma ação da “Máfia do Câncer” em Campo Grande

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu retomar a ação de improbidade administrativa contra ex-dirigentes da Fundação Carmem Prudente, entidade que administrava o Hospital do Câncer Alfredo Abrão, em Campo Grande. O processo havia sido arquivado pelo TJMS, mas o recurso do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) foi aceito. Segundo o relator do caso, ministro Gurgel de Faria, mesmo com contratos indiretos com o SUS, o repasse de recursos públicos à fundação permite a aplicação da Lei de Improbidade Administrativa. A ação é desdobramento da Operação Sangue Frio, da Polícia Federal, que investigou um suposto esquema de desvio de recursos públicos e favorecimento à clínica Neorad, pertencente aos então diretores Adalberto Siufi e Issamir Saffar. A Neorad era contratada para prestar serviços oncológicos ao hospital, configurando possível conflito de interesses. As investigações revelam indícios de: Em 2012, o contrato com a Neorad foi encerrado. Em março de 2013, os dirigentes foram afastados por decisão judicial. Para o MPMS, é essencial que a Justiça analise o mérito da ação para garantir responsabilização dos envolvidos.

MS tem 117 vagas abertas em concursos para professores, juiz substituto e motorista

Diversas instituições públicas de Mato Grosso do Sul estão com 117 vagas abertas em concursos e processos seletivos, com salários que variam de R$ 1.925,97 a R$ 32.289,54. As oportunidades são para diferentes níveis de escolaridade, abrangendo áreas da educação, administração pública e transporte. Destaques por instituição: Essas oportunidades representam uma chance importante para quem busca estabilidade e carreira no serviço público, além de fortalecer o quadro de servidores nas instituições do estado.

Exército restringe atos perto de quartéis

Comando Militar reforça medidas de segurança em meio a julgamento de Bolsonaro e generais acusados de tentativa de golpe de Estado O Exército brasileiro determinou tolerância zero com aglomerações nas imediações de quartéis a partir desta semana, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) inicia o julgamento de parte central do chamado plano golpista que envolveu integrantes das Forças Armadas e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A medida inclui repressão a manifestações no entorno de unidades militares, especialmente durante o feriado de 7 de Setembro, e foi reforçada por meio de orientações enviadas aos comandos de área. O Comando Militar do Planalto (CMP) e a Secretaria de Segurança Pública do DF mantêm reuniões estratégicas para acompanhar possíveis atos e reforçar a segurança nas datas críticas. Em Brasília, os protestos devem se concentrar na área da Torre de TV, afastada tanto das sedes dos Três Poderes quanto dos quartéis. Sensibilidade militar O julgamento é delicado para o Exército e para as Forças Armadas como um todo. Estão no banco dos réus Bolsonaro (capitão reformado do Exército), o tenente-coronel Mauro Cid (seu ex-ajudante de ordens e delator do caso), além de três generais de quatro estrelas — Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto — e o almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha. Apesar do impacto institucional, a cúpula militar tem reiterado o posicionamento de que é necessário “separar o CPF do CNPJ”: ou seja, responsabilizar os indivíduos envolvidos sem comprometer a imagem das instituições. Reflexo de 8 de Janeiro As ações de segurança também são uma resposta ao histórico recente: após a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), acampamentos bolsonaristas foram mantidos em frente a quartéis pedindo intervenção militar — inclusive em Brasília, de onde grupos saíram em 8 de janeiro de 2023 para atacar o STF, o Congresso e o Palácio do Planalto. Integrantes da alta cúpula do Exército reconhecem que foi um erro permitir a permanência desses grupos por tanto tempo, mas alegam que o cenário político da época — ainda sob comando de Bolsonaro — limitava as possibilidades de intervenção.