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Hospital Regional reforça campanha do Cabide Solidário para doação de agasalhos infantis

Com a chegada do inverno, o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS) intensifica a campanha do Cabide Solidário, que busca doações de agasalhos infantis para aquecer as crianças necessitadas durante esta época do ano. A iniciativa, permanente, visa atender necessidades que vão além da assistência médica oferecida pelo hospital. “O hospital presta toda a assistência médica necessária aos pacientes que buscam atendimento, porém, em alguns casos, é preciso ir além para ajudar o próximo, por isso criamos o Cabide Solidário”, explica Luana Montania Rocha, responsável pela Unidade Seccional de Controle Interno da Fundação Serviços de Saúde de MS (FUNSAU). Nos últimos dias, o hospital observa um aumento na procura por agasalhos infantis, principalmente casacos e jaquetas. “Algumas pessoas chegam sem nenhum agasalho e, por isso, reforçamos o pedido de doação de casacos, especialmente para crianças”, ressalta Luana. Os interessados em contribuir com a campanha podem deixar suas doações na Ouvidoria do Hospital Regional, localizada na recepção central. O hospital reforça que todos os tipos de agasalhos infantis são bem-vindos, incluindo casacos, jaquetas, blusas de lã e moletons. Para mais informações sobre como doar e detalhes adicionais sobre a campanha, os interessados podem entrar em contato pelo telefone 67 3378-2708. O HRMS conta com a solidariedade da comunidade para aquecer o inverno das crianças que mais precisam.

Nova lei estadual regula encaminhamento de pacientes a hospitais particulares em MS

Uma nova lei estadual, publicada nesta terça-feira (28) no Diário Oficial do Estado, define as normas para o encaminhamento de pacientes a hospitais particulares por equipes de socorro do Corpo de Bombeiros e do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Esse transporte será realizado quando o paciente possuir plano de saúde. A medida tem como principal justificativa aliviar a carga dos hospitais públicos em casos de emergência. A legislação se aplica aos atendimentos emergenciais no Mato Grosso do Sul. Pacientes poderão solicitar que as equipes de resgate os levem a um hospital particular, desde que o médico regulador autorize o procedimento. O Estado não será responsável por quaisquer custos resultantes do encaminhamento do paciente ao hospital privado. Antes de realizar o encaminhamento, a Central de Regulação de Urgências avaliará as condições do paciente e a disponibilidade de vagas na unidade escolhida.

Campo Grande inicia campanha de vacinação contra poliomielite

A campanha de vacinação contra a poliomielite começa nesta segunda-feira (27) em Campo Grande, com o objetivo de vacinar aproximadamente 62 mil crianças de 1 a 4 anos. A superintendência de vigilância em saúde destaca que a estratégia de vacinação é essencial para reduzir o risco de reintrodução da poliomielite no Brasil. A doença foi eliminada no país, com o último caso registrado em 1989 e a certificação de área livre de circulação do vírus concedida em 1994. Embora as Américas estejam livres da doença, alguns países do Oriente Médio ainda registram casos de contaminação. Em 2023, Campo Grande ficou abaixo da meta de vacinação do Ministério da Saúde, imunizando 85,72% do público-alvo, enquanto a meta era de 95%. Em Mato Grosso do Sul, 88,19% das crianças, cerca de 245 mil, receberam a vacina. Nenhum estado do país atingiu a meta, e a campanha nacional terminou com 84,63% de cobertura vacinal. Este ano, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite ocorrerá de 27 de maio a 14 de junho, com o dia “D” de mobilização nacional marcado para 8 de junho. Poliomielite: Paralisia Infantil A poliomielite, ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa causada por um vírus que vive no intestino e pode infectar adultos e crianças. A transmissão ocorre pelo contato direto com fezes ou secreções contaminadas. A doença pode causar paralisia, afetando principalmente os membros inferiores, como pernas e pés, e pode também prejudicar a fala e a deglutição. Sintomas Os sintomas comuns da infecção por poliomielite incluem febre, mal-estar, dor de cabeça e de garganta, diarreia, vômitos e rigidez na nuca. Não existe tratamento específico para a doença; os médicos tratam os sintomas apresentados pelo paciente. Vacinação A vacina é a principal aliada na prevenção da poliomielite. Campo Grande possui 74 unidades de saúde, sendo 45 com horário estendido, além de pontos extras de vacinação para facilitar o acesso da população.

Carreta do Amor oferece mamografia de graça na Comunidade Tia Eva até sexta-feira

A 105ª Festa de São Benedito, na Comunidade Tia Eva, região do Jardim Seminário, destaca-se pela presença da carreta do Hospital de Amor de Campo Grande, oferecendo exames de mamografia e preventivo gratuitamente para mulheres de 25 a 69 anos. A carreta estará disponível até sexta-feira, dia 17 de maio. São realizadas diariamente 50 mamografias, 30 pela manhã e 20 à tarde, além de 30 preventivos, este último destinado a mulheres de 25 a 64 anos, enquanto a mamografia é para aquelas de 40 a 69 anos. O evento, iniciado em 10 de maio e originalmente programado até 19 de maio, foi estendido até 25 de maio, com atrações musicais diárias no salão de festas da igreja que leva o nome do santo homenageado, situada na Comunidade Tia Eva, a mais antiga de Campo Grande.

Hemosul precisa de doações de sangue devido ao baixo estoque

O Hemosul de Campo Grande fez um apelo nesta quinta-feira, informando que está enfrentando uma carência urgente de doações de plaquetas. Segundo a Coordenadoria os estoques de plaquetas estão abaixo do limite aceitável, colocando a instituição em estado de alerta. Todas as tipagens sanguíneas são necessárias e todos os doadores são bem-vindos. O aumento dos casos de dengue em Mato Grosso do Sul tem contribuído para o consumo elevado de plaquetas, deixando os estoques em uma situação crítica. Nas redes sociais, é comum encontrar pedidos de doação feitos por familiares de pacientes internados com dengue. As doações podem ser realizadas em todos os locais coletores do Estado, pois as unidades do Hemosul têm a capacidade de transferir material quando necessário para atender outras cidades. Os pontos de doação incluem o Hemosul de Ponta Porã, Dourados, Paranaíba e duas unidades em Campo Grande: Hospital Regional e Hemosul Coordenador, localizado na Avenida Fernando Côrrea da Costa, 1.304, no centro. Os critérios para doação incluem: – Idade: Doadores devem ter entre 16 e 69 anos. Menores de 18 anos precisam estar acompanhados por um responsável. A primeira doação só pode ser feita até os 60 anos. – Peso: A rede Hemosul-MS aceita apenas doadores com 55 kg ou mais. – Intervalo de doação: Homens podem doar até quatro vezes ao ano, com um intervalo mínimo de dois meses, enquanto mulheres podem doar até três vezes ao ano, com um intervalo mínimo de três meses. – Doenças e medicamentos: Existem algumas condições médicas e medicamentos que podem impedir a doação de sangue, como doenças cardíacas, renais, diabetes, entre outras. Além disso, algumas vacinas temporariamente impedem a doação, e é necessário informar sobre os medicamentos em uso. É importante ressaltar que os doadores devem estar bem alimentados, mas evitando alimentos gordurosos, e não é necessário estar em jejum para doar sangue. A colaboração da comunidade é essencial para garantir o abastecimento adequado de plaquetas e salvar vidas.

Primeiro mutirão de microchipagem de cães e gatos atinge 106 animais na capital

A Subsecretaria de Bem-Estar Animal (Subea) de Campo Grande realizou, nesta sexta-feira (10), o primeiro mutirão de microchipagem de cães e gatos. De acordo com a Prefeitura, 84 cães e 22 gatos foram microchipados, totalizando 106 animais. Outra ação está programada para junho. Ana Luiza Lourenço, secretária da Subea, explicou que uma lei municipal obriga a microchipagem de todos os animais domésticos desde 2014. “Os microchips não estavam disponíveis para a população até dezembro de 2022, quando foram oferecidos pela primeira vez para os mais vulneráveis. Hoje, a prefeitura os disponibiliza para todos os cidadãos”, disse. A aplicação do microchip, segundo a Subea, é rápida e segura, não representando riscos para os animais, e serve para combater o abandono. Após a aplicação, o número do microchip é registrado no sistema, juntamente com os dados do tutor. Em 2023, mais de 7,9 mil animais foram microchipados pela Subea, que pretende dobrar os atendimentos por meio dos mutirões. Durante os mutirões, o número do NIS do tutor não é exigido, mas os responsáveis devem apresentar documento com foto e comprovante de residência. Segundo a subsecretária, está prevista uma próxima ação em junho.