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Gasolina cai para R$ 5,82 e etanol atinge R$ 3,82 em Campo Grande

Levantamento do Procon de Mato Grosso do Sul, feito entre os dias 23 e 25 de junho, mostra queda nos preços médios dos combustíveis em Campo Grande. A pesquisa abrangeu 22 postos de todas as regiões da cidade. A gasolina comum caiu 1,36%, passando de R$ 5,90 para R$ 5,82 no pagamento em dinheiro ou débito. No crédito, o valor médio foi de R$ 5,98. A gasolina aditivada também recuou: 0,65% no débito (R$ 6,08) e 1,12% no crédito (R$ 6,16). O etanol aditivado teve a maior queda proporcional: 4,74% no dinheiro ou débito (R$ 3,82) e 4,35% no crédito (R$ 3,96). O etanol comum caiu 2,29%, com preço médio de R$ 3,84 no pagamento à vista. O GNV teve redução de 0,86%, com preço médio de R$ 4,60. O diesel S500 ficou entre R$ 5,85 e R$ 5,94. Já o diesel S10 comum variou entre R$ 5,96 e R$ 6,04, e o aditivado entre R$ 5,97 e R$ 6,07. O Procon divulgou algumas orientações ao consumidor como, por exemplo, abastecer em postos no seu trajeto habitual para evitar gastos extras, desconfiar de preços muito abaixo da média e verificar a presença do selo da ANP (Agência Nacional de Petróleo).

Prouni abre inscrições nesta segunda-feira com mais de 2 mil vagas em Mato Grosso do Sul

Começaram nesta segunda-feira (30) as inscrições para o Programa Universidade para Todos (Prouni), referente ao segundo semestre de 2025. Os interessados em obter bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior podem se inscrever até sexta-feira (4 de julho), de forma gratuita, pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. 📍 Mato Grosso do Sul conta com mais de 2 mil vagas, sendo: 🎓 Oferta nacional No Brasil, o programa oferece 211 mil bolsas distribuídas entre 370 cursos em 887 instituições privadas, incluindo graduações nas áreas de: ✅ Quem pode se inscrever: 💰 Critérios de renda: 🗓️ Cronograma do Prouni 2025/2: 🔗 Acesse: acessounico.mec.gov.br/prouni

Alerta de chuvas e ventos fortes atinge 61 cidades de MS até sexta-feira

Mato Grosso do Sul segue sob alerta de chuvas intensas e ventos de até 60 km/h, conforme aviso do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A condição climática, classificada como perigo potencial, se estende de quarta-feira (25) até sexta-feira (27) e afeta 61 municípios do estado. O primeiro alerta entrou em vigor às 21h desta quarta-feira e já inclui 50 cidades, especialmente na região sul e sudoeste do estado. Outros 11 municípios, incluindo Campo Grande, passam a integrar a lista a partir da tarde de quinta-feira (26). Segundo o Inmet, são esperadas chuvas entre 30 mm/h e 50 mm/dia, acompanhadas de rajadas de vento que podem alcançar 60 km/h, além de risco de descargas elétricas, quedas de galhos de árvores, interrupções no fornecimento de energia e alagamentos pontuais. 🛑 Cuidados recomendados: A lista de cidades sob alerta inclui municípios como Dourados, Ponta Porã, Corumbá, Aquidauana, Bonito, Jardim, Nova Andradina, Amambai e Naviraí, entre outros. O órgão reforça a importância de acompanhar os canais oficiais de meteorologia e acionar a Defesa Civil em caso de emergência.

Com 60 mil pacientes, Campo Grande enfrenta desafios no tratamento do diabetes

Em Campo Grande, cerca de 60 mil pessoas vivem com diabetes e são acompanhadas pelo SUS por meio das unidades da Atenção Primária à Saúde. Apesar do suporte oferecido, como consultas, exames, medicamentos e atividades educativas, os desafios para controle e prevenção da doença ainda são grandes. A médica Nayara Lobo, que atua na rede pública da Capital, destaca que o sistema de saúde ainda adota uma abordagem focada na doença, voltada ao tratamento imediato, e não à prevenção. “Nossa medicina ainda apaga incêndios”, afirma. Segundo a médica, muitos pacientes só procuram as unidades em casos emergenciais, o que dificulta o acompanhamento contínuo e efetivo. “O ideal seria uma vigilância em saúde com foco no paciente como um todo, considerando os contextos sociais e econômicos em que ele está inserido.” 🔍 Desigualdade social e hábitos alimentares Entre os principais fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes estão a baixa renda, vulnerabilidade social e o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, como refrigerantes e bolachas. Para muitos, a alimentação saudável ainda é inacessível. “Se a população não tem condições financeiras para comprar alimentos de qualidade, como ela vai se alimentar bem?”, questiona Nayara. O caso da dona de casa Sônia de Souza, de 64 anos, ilustra essa realidade. Após anos com dieta baseada em carboidratos, ela recebeu o diagnóstico e precisou mudar hábitos. “Mas dá pra viver bem”, afirma. 💊 Limitações do SUS e acesso a medicamentos modernos Mesmo com a recente ampliação do programa Farmácia Popular, o acesso a medicamentos de ponta ainda é restrito. Um exemplo é a dapagliflozina, eficaz no controle da glicemia, mas limitada a faixas etárias específicas. Além disso, o SUS oferece apenas dois tipos de insulina e não distribui fitas para medição glicêmica, essenciais para o automonitoramento dos pacientes. 👥 Acompanhamento multiprofissional é essencial O tratamento eficaz do diabetes vai além dos remédios: exige mudanças alimentares, prática de exercícios e suporte contínuo de equipe multidisciplinar, incluindo nutricionistas e educadores físicos. No entanto, o ritmo da vida moderna dificulta esse acompanhamento, especialmente para trabalhadores em regime CLT. “Quem trabalha em horário comercial não consegue ir à unidade de saúde sem perder o dia de trabalho”, aponta a médica. Para ela, outro desafio é a falta de compreensão dos pacientes sobre sua própria condição. “Não é em uma única consulta que conseguimos transmitir todas as orientações. É preciso retorno e continuidade no cuidado.”

Plebiscito pode mudar nome de cidade e encerrar confusão histórica em MS

A cidade de Rio Verde de Mato Grosso, localizada a 194 km de Campo Grande, pode ter seu nome alterado para Rio Verde do Pantanal. A proposta visa encerrar décadas de confusão com o estado vizinho, já que o município fica em Mato Grosso do Sul — e não em Mato Grosso, como o nome atual pode sugerir. A mudança já foi aprovada pelo prefeito Antônio Sabedotti Fornari e pela Câmara de Vereadores. Agora, a decisão está nas mãos da população. O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Gerson Claro, solicitou ao TRE-MS a realização de um plebiscito para que os moradores votem “sim” ou “não” sobre a alteração. Segundo o prefeito, a iniciativa não é apenas simbólica, mas reflete um desejo real da comunidade local de reforçar sua identidade com Mato Grosso do Sul e com a região do Pantanal, reconhecida nacionalmente. Se a população aprovar a mudança no plebiscito, a nova denominação será oficializada por meio de lei municipal, passando a valer legalmente.

Dose de reforço de vacina contra meningite terá proteção maior

A partir de 1º de julho, os bebês de 12 meses receberão a vacina meningocócica ACWY como dose de reforço para a meningocócica C. Isso significa que, além do meningococo C, eles ficarão protegidos contra outros três sorotipos da bactéria (A, W e Y), o que previnirá casos de meningite bacteriana e infecção generalizada no sangue, a meningococcemia. Somente este ano, o Brasil já registrou 361 casos de meningite causada por meningococos, com 61 mortes. “No Brasil, o sorogrupo que mais preocupa, além do C, é o W. A gente observou aumentos de incidência importantes, principalmente nos estados do Sul do país, recentemente. Então, essa mudança representa uma ampliação da proteção contra sorogrupos que são um risco, principalmente para as crianças”, explica a diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Flávia Bravo. O Sistema Único de Saúde ja oferece o imunizante ACWY nas unidades básicas de saúde, mas atualmente a vacina é aplicada dos 11 aos 14 anos. Já os bebês recebem três doses da vacina meningocócica C: duas doses aos 3 e aos 6 meses de idade, e o reforço, aos 12 meses. Apenas a dose de reforço será modificada. As crianças que já receberam três doses da meningo C não precisam receber a dose de reforço com a ACWY no momento. Mas aquelas não foram vacinadas aos 12 meses podem completar o esquema com a nova vacina, antes de completar 5 anos. Na nota técnica que comunica a mudança na estratégia de vacinação, o Ministério da Saúde reforça “a efevidade e o impacto desses imunobiológicos no Brasil, com redução na incidência da doença meningocócica, em pessoas vacinadas e não vacinadas.” No entanto, diz a nota, “a ocorrência das meningites bacterianas ainda é um fator de preocupação, especialmente as causadas pela Neisseria meningidis (meningococo)e pelo Streptococcus pneumoniae (pneumococo)” A mudança, ainda de acordo com a pasta, dá continuidade ao enfrentamento das meningites, conforme as Diretrizes para Enfrentamento da doença, propostas pelo Brasil dentro do roteiro global da Organização Mundial da Saúde. O SUS também oferece vacinas contra outros dois agentes infecciosos que podem causar meningite, o pneumococo e o Haemophilus influenzae. Agência Brasil Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Frio intenso e geadas em MS podem causar prejuízos na agricultura e pecuária

A entrada de uma massa de ar polar sobre Mato Grosso do Sul provocou temperaturas próximas de 3°C e sensação térmica negativa em diversas regiões do estado, especialmente no sul. As geadas já registradas em alguns municípios impactaram lavouras de milho e acenderam o alerta no campo sobre os efeitos do frio nas plantações e no rebanho. Segundo o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec), ainda há previsão de novas geadas nos próximos dias. De acordo com o projeto SIGA MS, as baixas temperaturas colocam em risco o milho da segunda safra que está em fase de enchimento e maturação dos grãos. Cerca de 48% das lavouras estão em estádios fenológicos mais sensíveis ao frio e à ocorrência de geadas. “Desse total, 24% encontram-se no estágio R4, quando o grão está pastoso e ainda em formação, e nessa fase, uma geada pode provocar perdas de 25% a 40% no potencial produtivo. Isso ocorre porque o frio intenso compromete o enchimento adequado dos grãos e, consequentemente, a produtividade final”, afirma coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta. O Departamento Técnico do Sistema Famasul também destaca o risco para outras culturas agrícolas. “Os episódios de frio exigem atenção imediata do setor agropecuário. Milho safrinha, feijão, hortaliças e frutíferas tropicais são os mais vulneráveis, podendo sofrer queima foliar, perda de área fotossintética e até abortamento de grãos”, detalha a analista da Famasul Lenise Castilho. Na pecuária, os prejuízos são mais imediatos. A geada queima a vegetação das pastagens tropicais, como a braquiária, comprometendo o valor nutricional da forragem e dificultando a alimentação do rebanho. Dados da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (IAGRO) mostram que em 2024 foram registradas mais de três mil mortes de bovinos por hipotermia em 14 municípios do estado, superando os números de 2023. “Além da perda de peso e do estresse térmico, o frio intenso enfraquece o sistema imunológico dos animais, tornando-os mais suscetíveis a doenças respiratórias. Bezerros, vacas prenhes e animais idosos são os mais vulneráveis”, aponto o consultor da Famasul Diego Guidolin. Na suinocultura e na avicultura, os desafios também são relevantes. Apesar de essas cadeias produtivas contarem com maior tecnificação, o frio intenso exige cuidados redobrados com o ambiente, ventilação, aquecimento e fornecimento hídrico, especialmente nas pequenas propriedades, onde a infraestrutura pode ser mais limitada. A queda na temperatura ambiente, se não compensada por sistemas de aquecimento adequados, pode comprometer o desempenho zootécnico dos animais, afetando taxas de conversão alimentar, crescimento e produção de carne ou ovos. A exposição prolongada ao frio também eleva o risco de doenças respiratórias, exigindo atenção especial ao manejo sanitário e ao conforto térmico. Para reduzir os impactos, o Sistema Famasul orienta os produtores a reforçarem a suplementação alimentar, manterem fontes de abrigo naturais ou artificiais nas propriedades e ficarem atentos a sintomas de hipotermia. “A adoção rápida de boas práticas de manejo é essencial para preservar o bem-estar animal, evitar perdas econômicas e manter a resiliência da pecuária sul-mato-grossense frente às oscilações climáticas”, reforça Diego. Nas áreas em ponto de colheita e aguardando apenas a redução da umidade dos grãos, os efeitos da geada tendem a ser pontuais, impactando mais a qualidade do que a produtividade. Já nas áreas ainda em desenvolvimento, os riscos são maiores. Até o momento, não há previsão de novas geadas para os próximos dias. A chuva deve retornar a Mato Grosso do Sul entre quinta-feira (27) e sexta-feira (28), especialmente na região centro-sul. Com isso, espera-se aumento gradual das temperaturas no estado. O Sistema Famasul segue acompanhando as condições climáticas e reforça sua atuação junto aos sindicatos rurais e ao Senar/MS, mobilizando esforços para apoiar tecnicamente os produtores durante esse período crítico. “A adoção rápida de boas práticas de manejo é essencial para preservar o bem-estar animal, evitar perdas econômicas e manter a resiliência da pecuária sul-mato-grossense frente aos desafios impostos pelas oscilações climáticas”, finaliza a analista técnica Lenise Castilho. Assessoria de imprensa do Sistema Famasul – Ana Palma Com informações da Aprosoja/MS e Cemtec

Sensação de -4,7°C e geada pelo segundo dia marcam o frio intenso em MS

O frio segue rigoroso em Mato Grosso do Sul nesta quarta-feira (25), com registro de geada pelo segundo dia consecutivo em cidades do sul do estado e sensação térmica negativa em diversos municípios. De acordo com a Climatempo, Amambai registrou a menor temperatura do estado, com -0,1°C, e a sensação térmica mais baixa, chegando a -4,7°C. Outros municípios também amanheceram sob forte frio e formação de geada, como Ponta Porã, que repete o fenômeno pelo segundo dia seguido. Há também registros em Anhanduí (distrito de Campo Grande), Ivinhema, Jateí e Dourados. Segundo os meteorologistas, o tempo deve permanecer firme na maior parte do estado nesta quarta-feira, com predomínio de sol, mas com temperaturas ainda muito baixas nas primeiras horas do dia. ❄️ Municípios com as menores temperaturas registradas: A massa de ar polar que cobre a região deve continuar influenciando o clima nos próximos dias, mantendo o frio e aumentando o risco de geada, especialmente nas áreas de maior altitude e ao sul do estado.

Caixa dá até 90% de desconto em dívidas renegociadas por clientes

Tudo em Dia Caixa é o nome da campanha que a Caixa Econômica Federal lançou para  ajudar os clientes (pessoas físicas e empresas) a quitarem suas dívidas comerciais, com até 90% de desconto. O banco público estima que cerca de 5,8 milhões de clientes, sendo 5,3 milhões de pessoas físicas e 476 mil pessoas jurídicas, podem regularizar seus débitos, abrangendo um total de 8,5 milhões de contratos. Mais de 85% dos clientes deste público alvo da campanha podem liquidar suas dívidas pagando até R$ 2 mil, calcula a instituição financeira. Não há limite de dívida. Após o pagamento do boleto, o contrato é confirmado. Com isso, o nome do cliente será retirado dos cadastros de restrição de crédito (como SPC/Serasa) em até cinco dias úteis e a pessoa volta a ter acesso a crédito. Onde negociar As negociações dos débitos em atraso podem ser podem ser realizadas presencialmente por canais digitais e remotos do banco. São eles: Durante o período da campanha, o caminhão Tudo em Dia Caixa estará presente em várias cidades prestando atendimento em locais de fácil acesso. A rota atualizada com as cidades que receberão o caminhão pode ser consultada no site da Caixa. Outras dívidas As dívidas em atraso fora da campanha de descontos e aquelas de contratos habitacionais também podem ter condições de especiais para negociação, esclareceu o banco. Para estes casos, a Caixa também disponibiliza: São exemplos de contratos habitacionais: financiamentos para compra de imóveis novos ou usados; aquisição de terreno e construção; reforma ou ampliação de imóvel. As negociações podem ser feitas por meio do aplicativo Habitação Caixa.

Hospitais privados poderão abater dívidas por atendimento ao SUS

O governo federal anunciou nesta terça-feira (24) mecanismo para que hospitais privados e filantrópicos possam abater dívidas tributárias com a União em troca de atendimento especializado para o Sistema Único de Saúde (SUS). Unidades de saúde privadas que não possuírem débitos também poderão participar, obtendo créditos tributários que poderão descontar em impostos. A iniciativa foi anunciada pelos ministros Alexandre Padilha (Saúde) e Fernando Haddad (Fazenda) e tem o objetivo de reduzir a fila de espera para consultas, exames e cirurgias. Ela faz parte do programa Agora Tem Especialistas, relançado pelo governo no mês passado. Os primeiros atendimentos nesse formato devem ocorrer a partir de agosto. As áreas prioritárias definidas pelo governo são: oncologia, ginecologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia e otorrinolaringologia, abarcando cerca de 1,3 mil tipos diferentes de cirurgias.   As instituições interessadas deverão fazer a adesão no Ministério da Fazenda, para o programa de transação tributária. Caberá ao Ministério da Saúde aprovar a oferta, demanda e distribuição apresentada. A pasta também vai controlar e avaliar a execução dos atendimentos e conceder um certificado para obtenção do crédito tributário. O teto para abatimento de dívidas foi estimado em até R$ 2 bilhões por ano. Já o crédito tributário para obter descontos em impostos ficará limitado a R$ 750 milhões. A nova estratégia será formalizada por meio de uma portaria conjunta entre os ministérios da Fazenda e da Saúde, que será publicada no Diário Oficial da União (DOU). “Quando a gente pensou esse mecanismo, que começou hoje, muita gente lembra do Prouni [bolsas em faculdades privadas], por ser um mecanismo de aproveitar a estrutura privada, dívidas que não são pagas, dívidas que a União não consegue recuperar e, nesse caso, transformar em consultas, exames, cirurgias, cuidados da saúde da nossa população”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Um painel com dados unificados de monitoramento sobre os atendimentos por meio desse novo programa será disponibilizado para consulta, unificando informações das redes privada, estadual, municipal e filantrópica. Todos os entes e instituições que aderirem ao programa deverão alimentar o sistema. Segundo Haddad, o programa é um híbrido de vários instrumentos de gestão pública para criar um ambiente que saneia instituições históricas e centenárias de saúde, que atualmente enfrentam problemas de endividamento. “Nós estamos falando de 3.537 instituições nessa situação. São entidades que prestam serviços médicos que estão nessa situação, e elas respondem por R$ 34,1 bilhões em dívidas inscritas, um valor muito considerável de recursos. E nem sempre você consegue cobrar”, destacou o ministro da Fazenda.