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Carteira de motorista: novas regras passam a valer esta semana

As novas regras para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) passam a valer esta semana, logo após a publicação da resolução aprovada pelo Conselho Nacional de Trânsito que dispensou, por exemplo, as aulas de autoescola obrigatórias para poder obter o documento.  O ministro dos Transportes, Renan Filho, confirmou à Agência Brasil que a resolução com novas regras será publicada nesta semana no Diário Oficial da União (DOU), com validade imediata. A expectativa é que a publicação ocorra nesta terça-feira (9), após cerimônia no Palácio no Planalto para lançar o novo aplicativo para celular CNH do Brasil.  O aplicativo deve viabilizar a obtenção da CNH sem necessidade de passar por uma autoescola, disponibilizando o material para que os pretendentes a condutor estudem as regras de trânsito. Quem quiser ainda poderá fazer aulas teóricas e práticas em uma autoescola.  Segundo o Ministério dos Transportes, as medidas podem reduzir em até 80% o custo total da CNH.  Veja as principais mudanças:  Abertura do processo Aulas teóricas Aulas práticas Provas Instrutores

Campo Grande terá 50 km de recapeamento a partir de 2026 com investimento de R$ 42 milhões

A Prefeitura de Campo Grande anunciou que a cidade receberá 50 quilômetros de recapeamento a partir do primeiro trimestre de 2026, em obras coordenadas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep). O objetivo é substituir ações emergenciais por soluções duradouras para melhorar a mobilidade urbana e a segurança no trânsito. O edital para contratação de empresa especializada prevê a recuperação do pavimento nas sete regiões urbanas, com prazo de execução de 360 dias. O investimento será de R$ 42 milhões, direcionado principalmente à recuperação de vias com asfalto antigo. Segundo a prefeita Adriane Lopes, o novo modelo deve reduzir gastos recorrentes com reparos após períodos de chuva.“O recapeamento previsto tem durabilidade estimada entre cinco e oito anos, o que melhora o fluxo de veículos e reduz a necessidade de intervenções frequentes”, afirmou. Durante a assinatura da autorização para iniciar o processo licitatório, a prefeita reforçou que o serviço de tapa-buracos continuará sendo utilizado, mas que a cidade precisa de intervenções estruturais.“Campo Grande precisa de soluções mais permanentes”, destacou. O processo administrativo nº 030138/2025-08 está no departamento jurídico da Selc e segue para análise da Procuradoria-Geral do Município (PGM) antes da publicação oficial no Diário Oficial.

Funsat oferece 1.270 vagas de emprego em Campo Grande; 873 não exigem experiência

A Fundação Social do Trabalho (Funsat) iniciou a semana com 1.270 oportunidades de emprego disponíveis em Campo Grande nesta segunda-feira (8). As vagas abrangem 148 funções diferentes, com opções que incluem contratação imediata, vagas temporárias e oportunidades destinadas a pessoas com deficiência. Entre os cargos com maior número de posições abertas estão: Também se destacam: Vagas sem exigência de experiência Do total divulgado, 873 vagas não exigem experiência prévia, ampliando as possibilidades para quem busca o primeiro emprego ou uma recolocação rápida. As funções mais ofertadas nesse perfil incluem operador de caixa, auxiliar de limpeza, repositor, atendente de lanchonete e operador de telemarketing. Oportunidades para PCDs e vagas temporárias A Funsat também oferece duas vagas exclusivas para pessoas com deficiência, ambas para auxiliar de limpeza. Já as 48 vagas temporárias estão distribuídas entre oito funções, com destaque para: Atendimento O atendimento ocorre das 7h às 16h, na Rua 14 de Julho, 992, Vila Glória. Todas as vagas estão sujeitas a preenchimento ao longo do dia.

Inmet alerta para tempestade de grande perigo na Região Sul

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu aviso de tempestade, com grau de severidade classificado como de grande perigo, para boa parte da Região Sul do país. O alerta começa a valer a partir das 12h desta segunda-feira (8) e segue até as 23h59 de terça-feira (9). A previsão é chuva superior a 60 milímetros por hora (mm/h) ou maior que 100 milímetros por dia (mm/dia), além de ventos superiores a 100 quilômetros por hora (km/h) e queda de granizo. Ainda de acordo com o aviso, há grande risco de danos em edificações, corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores, alagamentos e transtornos no transporte rodoviário. As áreas afetadas incluem região serrana, oeste catarinense, sudoeste rio-grandense, Vale do Itajaí, noroeste rio-grandense, centro ocidental rio-grandense, centro ocidental paranaense, região metropolitana de Porto Alegre, noroeste paranaense, sudeste rio-grandense e sudoeste paranaense. Também serão afetados o oeste paranaense, nordeste rio-grandense, sudeste paranaense, norte central paranaense, centro oriental rio-grandense, norte catarinense, centro-sul paranaense, centro oriental paranaense e a região metropolitana de Curitiba. Dentre as instruções para a população, listadas pelo Inmet, estão: – desligar aparelhos elétricos e quadro geral de energia; – em caso de enxurrada ou situação similar, colocar documentos e objetos de valor em sacos plásticos; – em caso de situação de grande perigo confirmada, procurar abrigo e evitar permanecer ao ar livre. Mais informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193). Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil Foto:  Beatriz Goncalves Pereira/Divulgação

Campo Grande reduz casos de dengue em 63% em 2025 com uso do Método Wolbachia

Campo Grande registrou uma queda de 63% nas notificações de dengue em 2025 após a implantação do Método Wolbachia, segundo estudo aceito para publicação na revista The Lancet Regional Health – Americas. A capital se tornou o primeiro município brasileiro totalmente coberto pela técnica, que consiste em liberar mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia, impedindo a transmissão de arboviroses. “É a primeira vez que uma cidade inteira conta com a presença do mosquito com Wolbachia, por isso os resultados são tão significativos”, destacou Veruska Lahdo, superintendente de Vigilância em Saúde e Ambiente. Prevenção continua sendo essencial Mesmo com o avanço, as ações de combate ao vetor seguem intensificadas. Veruska lembra que não é possível diferenciar o Aedes com Wolbachia do Aedes capaz de transmitir dengue, zika ou chikungunya.“É sempre melhor não ter mosquito em casa. A eliminação dos criadouros continua sendo fundamental”, reforçou. A Prefeitura mantém visitas domiciliares dos agentes de endemias e amplia mutirões entre dezembro e março, período de maior incidência das doenças. A força-tarefa “Meu Bairro Limpo” recolhe materiais que possam acumular água e orienta os moradores.“O descarte pode ser feito pelo agente durante a visita ou diretamente pelo morador no ponto de coleta definido”, explicou Rubens Bitancourt, gerente de Controle de Endemias Vetoriais. Modelo para outras cidades A junção da tecnologia Wolbachia com ações preventivas coloca Campo Grande como referência nacional no combate sustentável à dengue. Especialistas avaliam que a estratégia pode ser replicada em outras regiões do país, reduzindo a ocorrência de epidemias e fortalecendo a proteção da população.

STF marca julgamento sobre morte de Marielle Franco e Anderson Gomes

O ministro Flávio Dino, presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para fevereiro o julgamento sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, mortos a tiros de metralhadora em março de 2018, na região central do Rio de Janeiro.  Foram convocadas formalmente três sessões para o julgamento do caso, a primeira está marcada para começar às 9h de 24 de fevereiro, uma terça-feira. No mesmo dia, à tarde, a sessão ordinária da Primeira Turma também foi reservada para a análise do caso, no horário das 14h às 18h. Caso necessário, mais uma sessão extraordinária foi marcada para o 25 de fevereiro, às 9h.  Dino marcou as datas nesta sexta-feira (5), após o processo ter sido liberado no dia anterior pelo relator, ministro Alexandre de Moraes. O julgamento ficou para o ano que vem devido ao período de recesso no Supremo, que começa no dia 19 deste mês e vai até 1° de fevereiro.  São réus pela suposta participação no crime o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão, o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos, o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa, o major da Policia Militar Ronald Alves de Paula e o ex-policial militar Robson Calixto, assessor de Domingos. Todos estão presos preventivamente. Conforme a delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, réu confesso de realizar os disparos de arma de fogo contra a vereadora, os irmãos Brazão e Barbosa atuaram como mandantes do crime. Rivaldo Barbosa teria participado dos preparativos da execução do crime. Ronald é acusado de realizar o monitoramento da rotina da vereadora e repassar as informações para o grupo. Robson Calixto teria entregue a arma utilizada no crime para Lessa.  De acordo com a investigação realizada pela Polícia Federal, o assassinato de Marielle está relacionado ao posicionamento contrário da parlamentar aos interesses do grupo político liderado pelos irmãos Brazão, que têm ligação com questões fundiárias em áreas controladas por milícias no Rio. Nos depoimentos prestados durante a investigação, os acusados negaram participação no assassinato. Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil Foto:  EFE/Mário Vasconcellos

Donas do Agro do Senar/MS fez Valda enxergar sua força como gestora

Valda Fernandes sempre pertenceu ao campo. Mas foi por meio do programa Donas do Agro, do Senar/MS, que ela passou a se reconhecer como protagonista dentro dele. Criada em fazenda e marcada desde cedo pela lida com o gado, teve sua trajetória ressignificada ao integrar a primeira turma da iniciativa, voltada ao fortalecimento, à capacitação e à liderança feminina no setor. A partir dali, Valda não apenas assumiu o papel de gestora, como passou a se enxergar como líder e dona do próprio destino. “Hoje me sinto dona de mim e dona do agro. Me fortaleci de uma forma que eu não imaginei que eu seria capaz”, relembra Valda. Mesmo sem saber exatamente do que se tratava, a produtora rural aceitou o convite para participar do programa. Logo no primeiro encontro, teve a certeza de estar no lugar certo. As aulas abordavam temas como liderança, posicionamento e autoestima. Foi durante uma atividade específica, a construção da própria linha do tempo, que algo se transformou definitivamente. Ao olhar para a sua história, Valda reconheceu tudo o que havia enfrentado e construído. Foi, acima de tudo, um reencontro consigo mesma. “Ali me reconheci como gestora, como administradora do meu negócio. Parece que eu não acreditava em mim mesma. Só pude entender e aceitar isso agora no início do Donas do Agro”, comenta. Essa é a história do Transformando Vidas de hoje, confira: Quebrando barreiras Nascida na zona rural, Valda aprendeu desde cedo o que é vida no meio rural, era uma típica criança de fazenda, acostumada à liberdade, ao trabalho e às artes que só quem vive esse contexto entende. Entre a infância e a adolescência foi para a cidade estudar, veio o ensino médio e outro rumo de vida. O afastamento da rotina rural parecia definitivo, até que, em 1994, após se casar, Valda retornou para a fazenda e para as origens que nunca deixaram de fazer parte dela. No início, seguiu o papel tradicional de dona de casa, mas nunca deixou a lida de lado. Quando era preciso, selava o cavalo e seguia para o campo. “Minhas filhas cresceram em cima de cavalo”, relembra. Apartava o gado, ajudava na marcação e acompanhava de perto a rotina da propriedade. Aos poucos, tornou-se indispensável na fazenda. Em 2006, assumiu oficialmente a administração do negócio da família. Mesmo com o incentivo constante do marido, que nunca impôs limites ou preconceitos, a sociedade ao redor ainda não estava preparada para enxergar uma mulher à frente de uma propriedade rural. “Perdi as contas de quantas vezes participei de toda a negociação de uma venda, estive em cada etapa do processo, mexia com tudo, mas, no momento do pagamento, o dinheiro era dado ao meu marido. E quando ele orientava que pagassem diretamente para mim, a reação das pessoas era sempre de surpresa, estranhamento e até desconforto”, relata. Essa realidade se estendeu por muitos anos e, mesmo recentemente, ainda se manifestava. No ano passado, um comprador quase desistiu de um negócio ao ouvir que “uma mulher comandava a propriedade”. Situações que, em vez de desanimá-la, fortaleceram ainda mais sua resistência. O Senar/MS apareceu Apesar de já exercer a função de gestora há anos, Valda não se reconhecia como tal. Havia uma insegurança construída ao longo de décadas em um ambiente predominantemente masculino. O Donas do Agro despertou algo que sempre esteve ali, mas ainda não havia sido nomeado. Valda é gestora, líder e protagonista da própria história. “Só me impulsionou, porque às vezes tinha decisões para tomar e eu ficava esperando meu esposo decidir. Faltava coragem porque não me achava a pessoa própria para isso. Mas agora mudou, acabou aquele medo de tomar a decisão”. O impacto do programa foi imediato e concreto. Uma área da fazenda que há muito tempo precisava de reforma, mas que ela adiava por receio, finalmente saiu do papel. Logo nas primeiras aulas, Valda decidiu que a obra começaria e ela já está em andamento. Mais do que aprendizado técnico, o Donas do Agro ofereceu acolhimento. Em um espaço exclusivamente feminino, as participantes se sentiram seguras para compartilhar dores, desafios, vivências e inseguranças. A diversidade da turma também marcou o processo. Mulheres de pouco mais de 20 anos, senhoras com quase 80, histórias diferentes, uma conexão em comum, a redescoberta da própria força. Histórias como a de Valda comprovam que investir na formação de mulheres é investir em um campo mais justo, produtivo, inovador e humano. E é exatamente isso que o Senar/MS e vem fazendo ao abrir caminhos, fortalecer trajetórias e revelar protagonistas que sempre estiveram ali. Só precisavam de um espaço para se reconhecer.

CDL Campo Grande devolve R$ 22,5 milhões às empresas filiadas por meio do SPC Brasil

Ao longo de 2025, a CDL Campo Grande devolveu R$ 22,5 milhões ao patrimônio de empresas da cidade por meio dos mecanismos de consulta, cobrança e renegociação do SPC Brasil. Na prática, o número representa capital que voltou a circular, contratos que puderam ser retomados e operações que permaneceram de pé graças à recomposição imediata de recursos antes tidos como perdidos. A atuação do SPC Brasil na Capital, sob representação exclusiva da CDL, sustenta-se em uma vantagem rara no setor: a construção de uma base de informações que nasce do próprio país. Não se trata de um modelo importado nem de uma leitura distante do comportamento do consumidor. É um acervo alimentado diariamente por negócios que conhecem, na prática, a volatilidade dos prazos, as rupturas de fluxo e as oscilações de confiança que moldam a economia brasileira. Essa aderência à realidade é o que torna o sistema tão decisivo para quem precisa avaliar risco com precisão. O alcance do SPC no município também mostra essa consistência. Indústrias que lidam com cadeias longas, distribuidoras que operam sob pressão de estoque, construtoras que administram ciclos financeiros extensos e propriedades rurais que enfrentam riscos próprios do campo recorreram ao sistema ao longo de 2025. Cada setor, com suas demandas e ritmos, encontrou na estrutura do SPC Brasil um instrumento capaz de restituir previsibilidade num ambiente que raramente a oferece. Outro resultado que merece destaque é a regularização de 107 mil consumidores, um contingente que voltou a ter acesso ao crédito, às compras parceladas e aos serviços financeiros básicos que sustentam o consumo cotidiano. Para as empresas, isso significa a ampliação imediata do mercado ativo. Para a economia local, representa milhares de relações comerciais restabelecidas, com impacto direto na receita e na estabilidade dos negócios. Como único birô de crédito integralmente nacional, o SPC Brasil combina capilaridade, memória de dados e leitura fina do comportamento de pagamento no país. A CDL Campo Grande é a porta de entrada dessa estrutura na Capital, com atendimento técnico, orientação detalhada e suporte constante para que cada empresa utilize o sistema com assertividade. Empresas interessadas em operar com o SPC Brasil em Campo Grande podem procurar a CDL para informações, habilitação e acesso completo aos serviços.

Governo lança licitações de R$ 187,9 milhões para pavimentar trecho da MS-040

O Governo de Mato Grosso do Sul abriu duas licitações que somam R$ 187,9 milhões para obras de implantação e pavimentação da MS-040 no trecho que liga Santa Rita do Pardo a Brasilândia. Os avisos foram publicados pela Agesul e preveem a execução de quase 50 quilômetros de asfalto, uma etapa importante para completar a rota estratégica usada pelo setor de celulose. Segundo o Diário Oficial do Estado, o Lote 04 prevê a pavimentação do trecho entre os km 294,154 e 317,9, totalizando 23,746 km no município de Brasilândia. O valor estimado é de R$ 81.918.012,14, com abertura da licitação marcada para 22 de dezembro de 2025, às 8h30. O segundo edital, referente ao Lote 01, inclui a pavimentação entre os km 228,7 e 253,4, somando 24,7 km em Santa Rita do Pardo. O investimento previsto é de R$ 106.006.796,96, com abertura das propostas no mesmo dia, às 10h. As duas concorrências serão julgadas pelo critério de menor preço, no modo aberto, e executadas por empreitada de preço unitário. A MS-040 é uma rota essencial para o transporte de eucalipto e insumos da indústria de celulose, concentrada no leste do Estado. O trecho entre Santa Rita do Pardo e Brasilândia é o único ainda não pavimentado da rodovia e deve ganhar importância adicional com a futura fábrica da Bracell em Bataguassu.

Asilo São João Bosco enfrenta desafio diário para manter estoque de fraldas

O Asilo São João Bosco, referência no cuidado a idosos em Campo Grande, enfrenta um desafio constante: garantir o estoque de 12 mil fraldas mensais, quantidade necessária para atender os cerca de 400 itens usados todos os dias pela instituição. Apesar de um almoxarifado aparentemente cheio, a equipe explica que o consumo elevado exige reposições contínuas para que o atendimento não seja comprometido. As doações chegam de diferentes formas — desde pacotes entregues por moradores até contribuições de empresas e grupos organizados. Todo o material é recebido na portaria do asilo, no bairro Tiradentes, e levado à triagem, onde passa por uma organização minuciosa.“Este espaço é específico para as fraldas. Tudo é separado por tamanho para facilitar o trabalho das equipes”, explica Sidney Dutra Nunes, responsável técnico e colaborador há quase 10 anos. Oscilação nas doações aumenta preocupação Segundo Sidney, as doações variam muito e, por isso, mesmo quando a sala de triagem parece cheia, o estoque não é suficiente para muitos dias.“O consumo é grande e a fralda é fundamental, não só pela higiene, mas pela prevenção de infecções. Precisamos de uma quantidade significativa para garantir o cuidado adequado aos idosos”, destaca. Ele conta que ações solidárias de empresas, escolas e grupos de voluntários ajudam a criar momentos de alívio, mas reforça que a demanda é diária.“Graças a Deus sempre aparece alguém para ajudar, mas é uma luta constante”, afirma. O Asilo mantém campanhas frequentes nas redes sociais para lembrar a população sobre a necessidade permanente. Segundo Sidney, manter uma margem de segurança é essencial para que o produto nunca falte aos moradores. Qualidade de vida e segurança A fralda tem papel direto na autonomia dos idosos. “Temos muitos cadeirantes, e a fralda dá segurança para que eles se movimentem pelo espaço, evitando acidentes e desconfortos. Isso proporciona qualidade de vida, principalmente em um ambiente grande como o nosso”, completa.