Governo de MS inaugura centro de triagem de animais silvestres em Três Lagoas

Para proteger a fauna e a biodiversidade da região, o governador Eduardo Riedel inaugurou nesta quinta-feira (11) a obra do Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) de Três Lagoas. A nova estrutura é o resultado do esforço coletivo de diversos setores, que contou com estudos técnicos, monitoramento ambiental e articulação com o segmento empresarial. O novo espaço vai permitir que os animais que forem encontrados feridos possam ser atendidos e ter o devido cuidado no local, não sendo mais necessário o transporte até o CRAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres) de Campo Grande. Este encaminhamento só vai ocorrer em casos graves, que precisem de um tratamento mais especializado. “Meio ambiente e desenvolvimento são áreas que devem seguir em conjunto, trazendo resultados positivos. As empresas vem apoiando iniciativas que promovem desenvolvimento sustentável, formando uma rede de recuperação aos impactos frutos do crescimento, neste caso em relação a nossa fauna”, afirmou o governador. Riedel destacou que a implantação do Cetas traz ações eficazes e efetivas para região. “Em Mato Grosso do Sul temos o maior zelo e cuidado com os impactos causados na nossa fauna e biomas. Este espaço vai ser importante no tratamento dos animais silvestres”, completou. Por meio do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), o Governo do Estado garantiu a conclusão da obra. Ela vai atender uma demanda recorrente devido ao desenvolvimento industrial da região, que possui um verdadeiro corredor ecológico, com vasta fauna e vegetação nativa. Dedicado ao resgate, atendimento emergencial e triagem dos animais, o Cetas foi discutido com as principais empresas da região. Projetada com layout técnico voltado para manejo e permanência temporária dos animais, a unidade terá atendimento emergencial e vai contar com padrões rigorosos de segurança sanitária e bem-estar, alinhados à legislação ambiental vigente. O investimento no espaço será de R$1,7 milhão, com recursos provenientes de compensações ambientais de empresas da região. “Este espaço é fruto do trabalho que o Governo tanto prega, que é o desenvolvimento sustentável. Ele é adequado para receber estes animais feridos, com objetivo de contribuir com a conservação da biodiversidade e da natureza, fazendo aqui um trabalho de ponta”, descreveu o diretor presidente do Imasul, André Borges. O Imasul também forneceu integralmente itens como mobiliário, equipamentos diversos, climatização, geladeira, bebedouro e veículo para o pleno funcionamento do Cetas, permitindo tanto o atendimento aos animais silvestres quanto a permanência temporária. Na sua inauguração o Centro já tem três araras canindes recebendo o devido cuidado. Leonardo Rocha, Comunicação Governo de MSFotos: Álvaro Rezende / Secom
Médicos alertam para riscos de prescrição de testosterona para mulher

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) publicaram nota conjunta restringindo uso de testosterona em mulheres. Conforme as três entidades médicas, “a prescrição de testosterona deve restringir-se estritamente à única indicação formalmente reconhecida (Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo -TDSH), após avaliação clínica adequada, sendo potencialmente danosa quando utilizada sem indicação, com base em dosagens isoladas ou com objetivos não terapêuticos.” O comunicado alerta efeitos colaterais alguns com gravidade. “O uso de testosterona fora da única indicação em mulheres aumenta o risco de eventos adversos, incluindo: efeitos virilizantes como acne, queda de cabelo, crescimento de pelos, aumento do clitóris e engrossamento irreversível da voz, toxicidade e tumores de fígado, alterações psicológicas e psiquiátricas, infertilidade e potenciais repercussões cardiovasculares como hipertensão arterial, arritmias, embolias, tromboses, infarto, AVC e aumento da mortalidade, além de alterações de outros exames laboratoriais, como os de colesterol e triglicerídeos.” A nota ainda ressalta que a Anvisa não aprovou nenhuma formulação de testosterona para uso em mulheres e que a agência reguladora também não reconhece “uso de testosterona para fins estéticos, de melhora de composição corporal, desempenho físico, disposição ou antienvelhecimento.”
Cesta básica em Campo Grande está entre as mais caras do país e consome 14 dias de trabalho

O valor da cesta básica em Campo Grande chegou a R$ 779,56 em novembro, segundo pesquisa do Dieese, mantendo a Capital entre as cidades com os preços mais altos do país — ocupando a 6ª posição no ranking das capitais. O aumento mensal foi de 0,29%, enquanto no acumulado do ano os alimentos essenciais já subiram 1,20%, com destaque para banana e óleo de soja. Entre os 13 itens analisados, seis apresentaram alta, com as maiores variações registradas em: Outros seis produtos ficaram mais baratos: Impacto no bolso do trabalhador De acordo com o estudo, um trabalhador que recebe salário mínimo líquido de R$ 1.518 precisa dedicar 112 horas e 59 minutos — o equivalente a 14 dias de trabalho — apenas para comprar a cesta básica em Campo Grande. O comprometimento da renda chega a 55,52%, indicador acima do registrado em outubro, embora inferior ao do mesmo período de 2024. Famílias seguem pressionadas Os dados reforçam o impacto do custo dos alimentos sobre as famílias de baixa renda, que continuam enfrentando dificuldade para manter a alimentação essencial, mesmo diante de pequenas reduções de preço em parte dos produtos.
PL em MS propõe liberar spray de pimenta para defesa pessoal de mulheres; veja o que muda

Um Projeto de Lei em tramitação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems) pode liberar a venda de spray vegetal de pimenta ou gengibre para defesa pessoal de mulheres no Estado. Apresentada em novembro, a proposta está em fase de elaboração do relatório inicial antes de seguir para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR). Pelo texto, a venda seria permitida somente em farmácias, para mulheres acima de 18 anos. Adolescentes a partir de 16 anos também poderiam adquirir o produto, desde que apresentem autorização dos responsáveis legais. O modelo segue uma lei recente implementada no Rio de Janeiro. Regras previstas no Projeto de Lei O PL estabelece uma série de critérios para uso e comercialização: Motivação A justificativa destaca o cenário de violência contra a mulher em Mato Grosso do Sul. Em 2025, o Estado registrou 38 feminicídios.Segundo o texto, mesmo com avanços em políticas públicas, muitas agressões acontecem quando as vítimas estão sozinhas, em deslocamentos diários ou dentro da própria cidade. Tramitação Após análise da CCJR, o PL terá de passar por duas votações no plenário da Alems antes de seguir para possível sanção do governador Eduardo Riedel.
Com apoio do Governo de MS e recordes de produção de milho e soja, Sidrolândia realiza exposição agropecuária

Com destaque para produção de milho e soja, além de ser um importante polo da avicultura e da suinocultura, o município de Sidrolândia realiza a 26ª Expo Sidrolândia. O governador Eduardo Riedel participou ontem (9) da abertura do evento, que segue até domingo (14) e tem o apoio do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul. “Esta exposição representa bem o que aconteceu no nosso Estado. O nível de tecnologia presente nas máquinas, no conhecimento, na informação, retratado de tudo que viveu a produção agropecuária, a profissionalização do produtor. O resultado é crescimento muito superior à média brasileira, e isso gera oportunidade de emprego, renda, desenvolvimento, conhecimento. Isso é dedicação, é comprometimento de milhares de empreendedores que estão fazendo as coisas acontecerem”, disse Riedel. A produção de milho em Sidrolândia para a safra 2024/2025 atingiu aproximadamente 1,17 milhões de toneladas, em 180,99 mil hectares, e produtividade média de 108,58 sacas por hectare. Nesta safra, o município foi o segundo maior produtor estadual de milho, ficando atrás apenas de Maracaju (1,84 milhões de toneladas). A produção de soja em Sidrolândia para a safra 2024/2025 atingiu aproximadamente 816 mil de toneladas, em 276,82 mil hectares, e produtividade média de 49,16 sacas por hectare. Nesta safra, o município foi o terceiro maior produtor estadual de soja, atrás apenas de Maracaju (1,56 milhões) e Ponta Porã (1,03 milhões). O secretário Rodrigo Perez (Segov) e a primeira-dama Mônica Riedel, também participaram da abertura da exposição juntamente com outras lideranças do Estado. Natalia Yahn, Comunicação Governo de MSFotos: Saul Schramm / Secom
Governo confirma salário mínimo de R$ 1.621 em 2026

O Ministério do Planejamento e Orçamento confirmou nesta quarta-feira (10) que o salário mínimo será reajustado dos atuais R$ 1.518 para R$ 1.621, um aumento de R$ 103, um reajuste de 6,79%. O valor foi confirmado após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), utilizado no cálculo do reajuste anual do salário mínimo. O indicador registrou 0,03% em outubro e acumula 4,18% em 12 meses. O reajuste do salário mínimo será aplicado a partir de janeiro de 2026, com efeito no salário que o trabalhador recebe em fevereiro. Entenda A regra do reajuste do salário mínimo determina que o valor tenha duas correções: uma pelo INPC de 12 meses acumulado até novembro do ano anterior, ou seja, 4,18%, e outra pelo crescimento da economia de 2 anos. No dia 4, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou os dados do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) de 2024, confirmando expansão em 3,4%. No entanto, o arcabouço fiscal, mecanismo que controla a evolução dos gastos públicos, determina que o ganho acima da inflação seja limitado a um intervalo de 0,6% a 2,5%. Pela regra, o salário mínimo de 2026 seria R$ 1.620,99 e, com o arredondamento previsto em lei, passa para R$ 1.621, reajuste de 6,79%. Revisão Os resultados dos índices farão o governo revisar cálculos para as contas públicas no ano que vem, já que o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026, aprovado pelo Congresso Nacional, estimava o salário mínimo em R$ 1.627, um reajuste de 7,18%. Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil
Ciclone no Sul provoca tempestades e coloca Mato Grosso do Sul em alerta

O ciclone extratropical que avança pelo Sul do Brasil provocou reflexos diretos em Mato Grosso do Sul, com registro de chuvas intensas, ventos fortes e riscos de tempestades. Em Campo Grande, entre segunda (8) e terça-feira (9), foram acumulados 86,4 mm de chuva em 24 horas, segundo o Cemtec-MS.“A precipitação trouxe alívio do calor, mas exige atenção da população devido aos ventos fortes e à incidência de raios”, alertou o órgão. O Inmet emitiu alertas amarelo e laranja para diversas áreas do Estado, com possibilidade de alagamentos, quedas de galhos e rajadas que podem chegar a 100 km/h. Primavera intensifica instabilidade A primavera, iniciada em 22 de setembro, é caracterizada pelo aumento da umidade e dias mais longos — fatores que favorecem a formação de tempestades rápidas e fortes. Apesar da chuva ajudar a reduzir o calor e melhorar a qualidade do ar, outubro tradicionalmente segue como o mês mais quente do ano em Mato Grosso do Sul. Cuidados durante o mau tempo Com o clima instável, autoridades reforçam a adoção de medidas de prevenção: Tendência para os próximos meses O Cemtec prevê para os próximos meses chuvas irregulares e abaixo da média histórica em alguns municípios.“A população deve redobrar os cuidados para prevenir acidentes e danos causados pelas tempestades”, orientou o órgão.
MS registra 8.384 casos confirmados de dengue

Mato Grosso do Sul já registrou 14.023 casos prováveis de Dengue, sendo 8.384 casos confirmados, em 2025. Estes dados foram apresentados no boletim referente à 49ª semana epidemiológica, divulgado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) nesta terça-feira (9). Segundo o documento, 18 óbitos foram confirmados em decorrência da doença e outros 7 estão em investigação. Nos últimos 14 dias, Itaporã, Aparecida do Taboado, Coxim, Maracaju e Ponta Porã registraram incidência baixa de casos confirmados para a doença. Já os óbitos registrados ocorreram nos municípios de Inocência, Três Lagoas, Nova Andradina, Aquidauana, Dourados, Ponta Porã, Coxim, Iguatemi, Paranhos, Itaquiraí, Água Clara, Miranda, Aparecida do Taboado, Ribas do Rio Pardo e Campo Grande. Entre as vítimas, 7 delas possuíam algum tipo de comorbidade. Vacinação Ainda conforme o boletim, 201.633 doses do imunizante já foram aplicadas na população alvo. Ao todo, Mato Grosso do Sul já recebeu do Ministério da Saúde 241.030 doses do imunizante contra a dengue. O esquema vacinal é composto por duas doses com intervalo de três meses entre as doses. A vacinação contra a dengue é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias de idade, faixa etária que concentra o maior número de hospitalização por dengue, dentro do quadro de crianças e adolescentes de 6 a 16 anos de idade. Chikungunya Em relação à Chikungunya, o Estado já registrou 14.116 casos prováveis, sendo 7.603 confirmados no SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação). O documento também confirma 74 casos da doença em gestantes. Conforme o boletim, 16 óbitos foram confirmados em decorrência da doença nos municípios de Dois Irmãos do Buriti, Vicentina, Naviraí, Terenos, Fátima do Sul, Dourados, Sidrolândia Glória de Dourados, Maracaju e Iguatemi. Entre as vítimas, 12 delas possuíam algum tipo de comorbidade. A SES alerta que as pessoas devem evitar a automedicação. Em caso de sintomas de dengue ou Chikungunya, a recomendação é procurar uma unidade de saúde do município. Confira os boletins: Boletim Epidemiológico Dengue SE 49- 2025 Boletim Epidemiológico Chikungunya SE 49 – 2025 Kamilla Ratier, Comunicação SESFoto: Kamilla Ratier
Câmara vota hoje projeto da dosimetria a condenados por atos de 8/01

A Câmara dos Deputados deve votar nesta terça-feira (9) o projeto de Lei (PL) 2162/23 que pode reduzir penas para envolvidos com os atos golpistas, inclusive a do ex-presidente Jair Bolsonaro. O anúncio da votação do chamado PL da Dosimetria foi feita hoje pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), após a reunião de líderes partidários. O tema é considerado polêmico. Inicialmente a proposta previa a anistia aos envolvidos direta ou indiretamente com manifestações ocorridas desde o segundo turno das eleições de 2022 e que pretendiam evitar a posse de Luiz Inácio Lula da Silva como presidente da República em 2023. Mas o relator, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), defendeu uma alternativa, propondo a redução nas penas aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. O projeto chegou a ter a urgência aprovada, mas enfrentou resistência e nunca foi a plenário. Ao anunciar a pauta, Motta disse que a questão da anistia foi superada e que aguardou a conclusão do processo legal dos réus do Núcleo 1 da tentativa de golpe de Estado no Supremo Tribunal Federal (STF). “Respeitamos o devido processo legal do Supremo Tribunal Federal concluir o julgamento dessas pessoas que participaram desse ato do 8 de janeiro, até porque, para se tratar de alguma questão sobre essas penas nós precisaríamos ter o devido processo legal concluído”, disse Motta. “Nós já havíamos designado o deputado Paulinho da Força como relator e vamos pautar no dia de hoje esse projeto que não tratará de anistia, mas sim de uma possibilidade de redução de penas para essas pessoas que foram condenadas pelo atos de 8 de janeiro. Eu penso que o plenário da casa é soberano para decidir sobre essas questões”, concluiu. O presidente da Câmara negou ainda ceder a pressões de aliados de Bolsonaro. Na sexta-feira (5), o filho do ex-presidente, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), anunciou sua pré-candidatura à Presidência da República. Na ocasião, o senador afirmou que a retirada de sua pré-candidatura estaria condicionada à votação do projeto de anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro. “Quero aqui também deixar de público que a nossa decisão foi tomada exclusivamente por vontade do presidente, que tem poder de pauta. Ela não foi tomada para atender a pedido de ninguém. Nós entendemos que é o momento onde a matéria está madura para ir ao plenário”, afirmou Motta, que disse que o novo relatório da matéria ainda deve ser apresentado pelo relator. Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência
Atraso de salários ameaça paralisar novamente o transporte coletivo em Campo Grande

A crise no transporte coletivo de Campo Grande voltou a se intensificar e pode resultar em uma nova paralisação já na próxima segunda-feira. Motoristas afirmam que continuam sem receber o salário de dezembro e não têm previsão para o pagamento do 13º. Diante do impasse, o sindicato da categoria prepara uma assembleia para decidir sobre a greve, considerada “inevitável” caso não haja regularização dos vencimentos. O conflito se agravou após o Consórcio Guaicurus comunicar que não quitou os pagamentos por falta de recursos. Em reunião com os trabalhadores, o presidente do STTCU-CG, Demétrios Freitas, afirmou que o diálogo com a empresa está esgotado e que o edital de greve será divulgado ainda nesta semana.“Não tem dinheiro e não tem previsão para pagar”, declarou. Freitas reforçou que os motoristas só retornarão ao trabalho depois de receberem os três valores pendentes: salário, vale e 13º. Para ele, a paralisação deve ocorrer em dia útil, para ampliar o impacto e pressionar por uma solução definitiva.“Enquanto não pagarem a gente, vai continuar parado”, afirmou. O Consórcio Guaicurus atribui a crise ao suposto atraso nos repasses de subsídios por parte do poder público. Em nota, o grupo afirmou que a falta desses recursos “ameaça a continuidade do serviço” e dificulta o pagamento de despesas essenciais, como folha salarial, manutenção da frota e combustível. A empresa pediu que as autoridades adotem “providências imediatas”. O governo estadual informou que seus repasses estão em dia. Já a Prefeitura — responsável direta pelas transferências — ainda não se pronunciou sobre o caso. Se confirmado, o movimento será a quinta greve do transporte em seis anos, refletindo uma instabilidade recorrente que já prejudicou milhares de usuários.