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Agraer fortalece acesso ao crédito rural em projetos que abrem oportunidades a quem trabalha no campo

A Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) reforça seu papel ao lado dos agricultores familiares, levando orientação e apoio na elaboração de projetos de crédito voltados ao Pronaf B, linha do Governo Federal que abre oportunidades para quem vive do trabalho no campo e busca melhorar sua produção e sua renda. Mais do que viabilizar o acesso ao financiamento, o trabalho dos extensionistas começa com escuta e acompanhamento próximo. No atendimento, os técnicos conhecem a realidade de cada produtor, ajudam a organizar a documentação e constroem, junto com ele, um projeto produtivo viável, pensado para gerar resultados concretos e fortalecer a atividade no campo com segurança. Segundo a servidora da Agraer, Aldione Soares, o Pronaf B desempenha um papel estratégico ao ampliar oportunidades para um público que, muitas vezes, encontra dificuldades de acesso ao crédito. “Essa linha atende produtores com renda bruta familiar de até R$ 50 mil. A importância está justamente na inclusão: ao acessar esse crédito, esses produtores passam a ter condições de investir, gerar renda e fortalecer sua atividade.” O Pronaf B é considerado uma importante ferramenta de inclusão produtiva no meio rural. Com condições facilitadas, a linha permite investimentos em pequenas produções, aquisição de insumos, melhorias na estrutura da propriedade e desenvolvimento de atividades que ampliam a renda familiar. Além disso, apresenta custos reduzidos, o que torna o crédito mais acessível e seguro para o agricultor familiar. “É uma linha com juros de 0,5% ao ano, com bônus de adimplência. Se o pagamento for feito até a data de vencimento, o produtor pode ter um desconto de até 25%. Isso faz muita diferença para quem está começando ou precisa fortalecer sua produção.” Outro aspecto relevante é o impacto direto na produção de alimentos e na sustentabilidade das propriedades rurais. “Dessa forma, o Pronaf B fomenta a produção de alimentos da cesta básica, atividades de subsistência e fortalece a segurança alimentar. Também incentiva práticas agrícolas sustentáveis e a diversificação da produção”. Nesse contexto, o papel da Agraer é assegurar que o crédito seja acessado de forma responsável e planejada. O trabalho técnico evita que o produtor busque o financiamento sem estar devidamente enquadrado, além de orientar sobre outras possibilidades quando necessário. “Essa linha é muito interessante para o público da agricultura familiar que tem essa faixa de renda e quer investir em uma atividade. Mas é importante destacar que existe um processo de análise.” Para os agricultores interessados, o primeiro passo é buscar orientação diretamente nos escritórios da Agraer. “O produtor deve procurar a unidade do município onde está localizada sua área produtiva. A equipe vai analisar se ele se enquadra dentro das regras do programa, que é uma política do Governo Federal”. A servidora também reforça a importância da regularização cadastral como requisito básico para acesso ao crédito. “É necessário estar no Cadastro Nacional da Agricultura Familiar, o CAF, que tem critérios próprios. Com esse documento e atendendo à renda bruta anual de até 50 mil reais, o produtor pode acessar o Pronaf B”. Além da elaboração dos projetos, a Agraer também atua no acompanhamento técnico das atividades produtivas, contribuindo para que os investimentos gerem resultados concretos no campo. Essa orientação prévia, aliada ao planejamento técnico, garante que o crédito cumpra seu principal papel: fortalecer a agricultura familiar, gerar renda e promover desenvolvimento sustentável no meio rural. Produtores interessados em saber se podem acessar o Pronaf B devem procurar o escritório local da Agraer para receber orientação e avaliação de enquadramento. Ricardo Campos Júnior, Comunicação AgraerFoto: Bruno Rezende/Secom-MS

Excesso de chuvas causa aumento no preço do feijão

Os custos para aquisição dos alimentos da cesta básica subiram nas 27 capitais, segundo monitoramento feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). São Paulo permanece com o maior valor apurado, de R$ 883,94, enquanto Aracaju tem a cesta mais barata, uma média de R$ 598,45. Os alimentos com maior impacto foram o feijão, a batata, o tomate, a carne bovina e o leite, todos com aumento, sendo que os três primeiros tiveram impacto decisivo das chuvas nas principais regiões produtoras. Na contramão, o açúcar teve queda no custo médio em 19 cidades, relacionada ao excesso de oferta.  Segundo a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, as cidades com aumento mais expressivo foram Manaus (7,42%), Salvador (7,15%), Recife (6,97%), Maceió (6,76%), Belo Horizonte (6,44%), Aracaju (6,32%), Natal (5,99%), Cuiabá (5,62%), João Pessoa (5,53%) e Fortaleza (5,04%). Entre os valores nominais, além da capital paulista há destaque para as cidades do Rio de Janeiro (R$ 867,97), de Cuiabá (R$ 838,40), Florianópolis (R$ 824,35) e Campo Grande (R$ 805,93), com as demais capitais tendo valores médios abaixo do patamar dos R$ 800. Com o salário mínimo a R$ 1.621,00 o trabalhador nessas cidades precisa de cerca de 109 horas para custear a cesta. Ainda que alto, o valor apresentou queda se comparado à renda, em relação ao ano passado. “Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto de 7,5% referente à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu em média, nas 27 capitais pesquisadas em março de 2026, 48,12% do rendimento para adquirir os itens alimentícios básicos e, em fevereiro, 46,13% da renda líquida. Em março de 2025, considerando as 17 capitais analisadas, o percentual médio ficou em 52,29%”, indicou o levantamento. Em março, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi de 97 horas e 55 minutos, enquanto em fevereiro era de 93 horas e 53 minutos. Se comparado com março de 2025, considerando o conjunto restrito de 17 capitais analisadas, a jornada média foi de 106 horas e 24 minutos. O estudo permite comparar, ainda, o aumento desde o ano passado, e aponta que houve alta em 13 cidades e queda em quatro nos últimos 12 meses, com destaque para os aumentos em Aracaju (5,09%), Salvador (4,51%) e Recife (4,38%). As principais reduções ocorreram em Brasília (-4,63%) e Florianópolis (-0,91%). A comparação de intervalo anual é limitada a 17 capitais, pois o Dieese não realiza levantamentos mensais nas cidades de Boa Vista, Cuiabá, Macapá, Maceió, Manaus, Palmas, Porto Velho, Rio Branco, São Luiz e Teresina. Regime de chuvas O estudo indica que o valor do feijão subiu em todas as cidades. O grão preto, pesquisado nos municípios da Região Sul, do Rio de Janeiro e de Vitória, apresentou alta, com percentuais entre 1,68%, em Curitiba, e 7,17%, em Florianópolis. Para o grão carioca, coletado nas demais capitais, os aumentos ficaram entre 1,86%, em Macapá, e 21,48%, em Belém. A alta do feijão ocorreu devido à restrição de oferta, por dificuldades na colheita, redução de área na primeira safra e expectativa de menor produção na segunda safra, mostra o levantamento. “Quando a gente vê um aumento de preços, tende a pensar que os produtores estão lucrando mais, mas nesses casos menos produtores têm o produto e aí podem estar vendendo por mais, só que o que aconteceu bastante neste ano é que quem plantou, por exemplo, 60 sacas colheu apenas 30 ou 40. O clima prejudicou no Paraná e na Bahia, e a gente tem uma área plantada menor”, explicou Marcelo Lüders, presidente do Instituto Brasileiro do Feijão (Ibrafe). Lüders lembrou que a produção ainda tem atraso considerável em outras áreas, como Mato Grosso do Sul, onde o excesso de chuvas levou a uma janela menor entre culturas e forçou a substituição por um tipo de feijão preto destinado principalmente ao mercado indiano. “Os números que a gente tem hoje não refletem a nossa realidade, a gente tem tido menos o carioca, pois é um feijão que o governo não garante preço, já que o preço mínimo existe para enfeite, o produtor não se beneficia em nenhum momento disso não há mercado externo”. Esses fatores levaram a uma diferença considerável entre o feijão carioca e o feijão preto, variedades mais procuradas nos maiores mercados. O grão carioca chega a ser vendido hoje a R$ 350 a saca, com possibilidade de queda de fato a partir dos meses de agosto, setembro e outubro, quando se colhe a safra irrigada. O feijão preto ainda tem um valor melhor, em torno de R$ 200 a 210 a saca, pois há muito estoque das duas colheitas de 2025, mas esse excedente será pressionado já que se plantou pouco na segunda safra, que é a do começo do ano, e a cultura sofreu impacto da chuva forte no Paraná. A expectativa é de uma inversão de preços, com o feijão preto mais caro do que o carioca em 2026.  “Isso é terrível para os produtores. A exportação diminuiu em 2025, isso é cíclico. O estímulo para plantar o feijão carioca é muito grande, e isso é um risco pois pode derrubar o preço”, complementa o analista.   A estimativa da Conab indica uma produção superior a 3 milhões de toneladas, com avanço de 0,5% em relação ao ciclo 2024/2025. O impacto do aumento do custo de fertilizantes e de combustíveis ainda não foi sentido pelo setor, o que aumenta a incerteza. Há expectativa de aumento global dos valores de alimentos. Salário mínimo  O Dieese também mostra o valor ideal do salário mínimo. Para isso, considera a cesta mais cara, em São Paulo e os custos básicos que dariam conta das necessidades garantidas na Constituição para o trabalhador e sua família: alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. Em março, o valor para uma família de quatro pessoas seria R$ 7.425,99 ou 4,58 vezes o mínimo vigente. Em fevereiro, o valor necessário era de R$ 7.164,94 e correspondeu a 4,42 vezes o piso mínimo. Na comparação com março de 2025 o mínimo

Senar-MS abre 480 vagas para cursos técnicos com foco em formação profissional para o agro

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo de cursos técnicos do Senar/MS, uma das principais portas de entrada para quem busca qualificação profissional voltada ao agro. Ao todo são 480 vagas, distribuídas em 13 municípios, para os cursos gratuitos de Agropecuária, Florestas, Segurança do Trabalho no Agro, Zootecnia e Agronegócio. As inscrições seguem até 26 de maio, clique aqui e inscreva-se.  Com duração média de dois anos, os cursos foram estruturados para atender às demandas reais do campo e das agroindústrias, formando profissionais preparados para atuar em um dos setores que mais cresce no estado.  A formação alia teoria e prática, com conteúdos diretamente conectados às necessidades do mercado de trabalho rural, com oportunidades tanto na modalidade presencial quanto semipresencial (híbrida). As capacitações são ofertadas, em sua maioria, na modalidade semipresencial (híbrida), ampliando o acesso à formação técnica no agro em diferentes regiões do estado. Nesse formato, os cursos de Agronegócio, Zootecnia, Segurança do Trabalho no Agro, Florestas e Agropecuária estão distribuídos entre os municípios de Anastácio, Aparecida do Taboado, Bataguassu, Camapuã, Campo Grande (a depender do curso, as aulas acontecem no Sindicato Rural da capital ou no Centro de Excelência em Bovinocultura de Corte, nas dependências da Embrapa), Chapadão do Sul, Coxim, Dourados, Inocência, Ivinhema, Maracaju, Sidrolândia e Três Lagoas. Para quem busca uma formação totalmente presencial, o Senar/MS também oferece vagas concentradas no Centro de Excelência em Bovinocultura de Corte, em Campo Grande, e em Três Lagoas, com turmas dos cursos de Florestas e Agropecuária e uma estrutura voltada à prática intensiva e à imersão no ambiente produtivo do agro. O superintendente do Senar/MS, Lucas Galvan, reforça que a expansão dos cursos acompanha o crescimento e a diversificação do agro sul-mato-grossense. “A oferta vem crescendo em função da demanda. Há uma procura muito grande pelos cursos, o que nos leva a ampliar polos e áreas de formação. O Mato Grosso do Sul vive um momento de expansão e diversificação no agro, e isso exige profissionais cada vez mais qualificados”, destaca. Além de gratuitos, os cursos se destacam pelo alto índice de inserção no mercado de trabalho. De acordo com o diretor do Centro de Excelência, Gustavo Cavalca, cerca de 87% dos alunos formados na última turma de Agropecuária já saíram empregados, evidenciando a forte conexão entre a formação técnica e as oportunidades no campo.  “As indústrias do agro vêm se instalando no estado e isso aumenta a necessidade de profissionais especializados em segurança do trabalho. Essa é uma oportunidade de qualificação alinhada com uma demanda real do mercado”, explica Cavalca. O resultado com a lista de classificados está previsto para o dia 10 de junho, com a divulgação dos aprovados no dia 18. As matrículas devem ser realizadas entre os dias 19 e 27 de junho. As inscrições e o edital completo estão disponíveis no site oficial: https://etec.senar.org.br/. É fundamental que o candidato acompanhe todas as etapas do processo seletivo pela plataforma. Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul – Ana Carla Souza

Governo de MS vai iniciar nova etapa de recuperação da ponte sobre o Rio Paraguai, em Corumbá

O Governo de Mato Grosso do Sul dará início a uma nova etapa de recuperação estrutural da ponte sobre o Rio Paraguai, na BR-262, em Corumbá, com investimento de R$ 11.727.912,21. A obra será executada pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), por meio de termo de cooperação técnica com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A intervenção prevê a recuperação completa dos elementos estruturais da ponte, com correção de patologias e falhas construtivas identificadas ao longo do tempo. O objetivo é garantir mais segurança, durabilidade e confiabilidade a uma das principais ligações de acesso ao município e à região pantaneira. Nesta etapa, serão realizados serviços técnicos especializados para reforço e reabilitação da estrutura. Durante a execução, o tráfego funcionará em sistema de pare e siga em tempo integral, com apoio de plataformas metálicas para passagem de veículos. Após a emissão da Ordem de Início de Serviço (OIS) e a instalação do canteiro de obras, estão previstas interdições programadas a cada 21 dias, preferencialmente aos finais de semana e no período noturno, para reduzir impactos aos usuários. O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara, destacou a importância da obra para a região. “Estamos avançando para uma recuperação completa da estrutura, com soluções definitivas e tecnologia adequada. Essa ponte é estratégica para Corumbá e para todo o Pantanal, e nosso compromisso é garantir segurança e durabilidade para quem depende dela diariamente”, afirmou. A ponte já havia passado por uma intervenção anterior (vide fotos acima) promovida pelo Governo do Estado, com a execução de reparos emergenciais. Na ocasião, foram utilizadas técnicas especializadas, incluindo o trabalho de alpinistas para acesso a pontos elevados e de difícil alcance, permitindo a estabilização inicial da estrutura. Com a nova etapa, o Estado consolida uma solução definitiva para a ponte, reforçando a infraestrutura logística em um dos principais corredores de integração regional, fundamental para o escoamento da produção, o turismo e a mobilidade da população pantaneira. Luciana Bomfim, Comunicação SeilogFotos: Saul Schramm/Secom/Arquivo

Instabilidade avança e mantém MS sob alerta para chuva e trovoadas

Previsão indica pancadas de chuva em todo o Estado, com variação de temperaturas entre 17°C e 32°C O tempo segue instável em Mato Grosso do Sul nesta quarta-feira (8), com previsão de pancadas de chuva e trovoadas em diversas regiões, conforme dados do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima). O cenário típico de verão mantém o Estado em alerta para mudanças rápidas nas condições climáticas ao longo do dia. Na Campo Grande, os termômetros variam entre 22°C e 29°C, com possibilidade de chuva em diferentes períodos. No sul do Estado, Dourados registra mínima de 20°C e máxima de 27°C, enquanto Ponta Porã apresenta temperaturas entre 18°C e 24°C. Já Iguatemi concentra as menores temperaturas, com mínima de 17°C. Pantanal e regiões centrais com calor e chuva Na região pantaneira, Corumbá deve registrar temperaturas entre 23°C e 32°C, com previsão de chuva acompanhada de descargas elétricas. Em Aquidauana, a variação será de 23°C a 30°C, enquanto Porto Murtinho terá máxima de 27°C, também sob instabilidade. Norte e leste seguem com pancadas isoladas No norte, Coxim registra temperaturas entre 22°C e 30°C, e Camapuã varia entre 22°C e 29°C. Já no leste, Três Lagoas pode alcançar 32°C, enquanto Paranaíba terá máxima de 31°C. Em Anaurilândia, a previsão indica variação entre 21°C e 30°C. Atenção para mudanças rápidas no tempo A tendência é de instabilidade distribuída por todo o Estado, com pancadas de chuva ocorrendo principalmente entre a tarde e a noite, podendo vir acompanhadas de raios e trovoadas. A recomendação é que a população fique atenta às mudanças bruscas no clima.

Funsat oferece 1.055 vagas de emprego nesta quarta-feira

A Fundação Social do Trabalho (Funsat) disponibiliza nesta quarta-feira (8) um total de 1.055 vagas de emprego em Campo Grande, distribuídas em 108 funções diferentes, contemplando candidatos com diversos níveis de escolaridade e experiência. Do total de oportunidades, 674 vagas não exigem experiência prévia, o que amplia as chances para quem busca o primeiro emprego ou recolocação no mercado de trabalho. Já outras 381 vagas são destinadas a profissionais com experiência, especialmente em funções técnicas, operacionais e de maior qualificação. Entre as vagas que não exigem experiência, destacam-se funções como operador de caixa (86), auxiliar de padeiro (71), atendente de lojas e mercados (62), auxiliar de limpeza (62), repositor de mercadorias (58) e auxiliar operacional de logística (50). Também há oportunidades para ajudante de carga e descarga, atendente de lanchonete, auxiliar de cozinha, garçom e alimentador de linha de produção. Já entre as vagas que exigem experiência, há oportunidades para áreas como manutenção, mecânica, vendas, construção civil e serviços especializados, incluindo cargos como mecânico, eletricista, pedreiro, consultor de vendas, padeiro, oficial de manutenção, entre outros. A Funsat também disponibiliza 12 vagas exclusivas para pessoas com deficiência (PCD), distribuídas entre as funções de repositor de mercadorias, auxiliar de linha de produção, empacotador, motorista de caminhão, porteiro e auxiliar de limpeza. Além disso, o painel conta com 11 vagas temporárias, sendo 10 para garçom e uma para cozinheiro geral. As vagas são rotativas e podem ser preenchidas a qualquer momento, sem aviso prévio. Atendimento e cadastro Para concorrer a uma das oportunidades, o trabalhador deve comparecer à sede da Funsat, localizada na Rua 14 de Julho, 992, na Vila Glória, das 7h às 16h, em dias úteis. Também há atendimento no polo das Moreninhas, com funcionamento até as 13h. A orientação é que os interessados mantenham o cadastro atualizado, inclusive por meio do aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, que permite acompanhar vagas disponíveis, contratos de trabalho e informações sobre o seguro-desemprego. Os interessados devem comparecer presencialmente à Funsat para realizar ou atualizar o cadastro. O atendimento ocorre das 7h às 16h na sede, localizada na Rua 14 de Julho, 992, Vila Glória, e até 13h no Polo Moreninhas. Mais informações sobre as vagas podem ser acompanhadas pelo Painel Municipal de Empregabilidade, além das redes sociais oficiais da Funsat, no Instagram (@funsat.cg) e Facebook (funsatcampograndems).

Prazo para pedir isenção da taxa de inscrição no Enem começa no dia 13

Os interessados em pedir a isenção de pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio de 2026 deverão acessar a Página do Participante do Enem para fazer a solicitação no período de 13 a 24 de abril. O acesso deve ser feito com o login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br. O prazo também vale para os candidatos que precisam justificar a ausência na edição do ano passado para participar do Enem 2026 gratuitamente. As regras e os prazos estão descritos em edital publicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no último dia 1º. O período oficial de inscrições do Enem 2026 ainda será divulgado pelo Ministério da Educação (MEC). Quem pode pedir a isenção O Inep prevê a gratuidade na inscrição do exame para os seguintes solicitantes: As pessoas que se enquadram nesses perfis devem solicitar a dispensa do pagamento da taxa, pois a isenção não é automática. O Inep destaca que o participante que integra uma família inscrita no CadÚnico precisa estar com a situação cadastral regular para solicitar a isenção da inscrição no Enem. A falta de atualização no CadÚnico pode levar ao indeferimento do pedido para fazer as provas de graça. Resultados Os resultados das solicitações de isenção da taxa de inscrição serão divulgados pelo Inep em 8 de maio. Os solicitantes com pedidos de isenção negados pela autarquia poderão entrar com recurso administrativo entre 11 e 15 de maio. Os resultados definitivos dos recursos serão conhecidos em 22 de maio. Necessidade de inscrição O edital do Inep esclarece que ter a aprovação da isenção de pagamento da taxa de inscrição não garante a inscrição no Enem 2026. Os interessados em participar da edição deste ano do exame, isentos ou não, deverão realizar a inscrição na Página do Participante. O Enem O exame é a principal prova para ingressar no ensino superior, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas federais como o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Desde a edição de 2025, o Exame Nacional do Ensino Médio voltou a certificar a conclusão desta etapa de ensino para os candidatos que têm 18 anos completos e também alcançam a pontuação mínima em cada área do conhecimento das provas e na redação. Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições de ensino superior de Portugal que têm convênio com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para aceitar as notas do exame. Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil Marcelo Camargo/Agência Brasil

Prefeitura realiza Ação Agro Social no Assentamento Três Corações

A Prefeitura de Campo Grande realiza, nesse sábado (11), a primeira edição de 2026 da Ação Agro Social no Assentamento Três Corações, localizado no Distrito de Anhanduí. A ação será realizada no período da manhã, das 8h às 13h. Durante o mutirão, os moradores terão acesso a atendimentos nas áreas de saúde, assistência social, orientação jurídica, emissão de documentos, como o Registro Geral (RG), atualização cadastral, além de serviços voltados ao fortalecimento da agricultura familiar. Entre eles, estão orientações sobre crédito rural, programas de incentivo à produção e cadastro em políticas públicas. A programação também inclui atendimentos médicos em diversas especialidades, vacinação, serviços odontológicos e atividades educativas. Além disso, a equipe da Semades (Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável),fará a distribuição de mudas de árvores nativas e frutíferas, incentivando práticas sustentáveis no meio rural. A Ação Agro Social reúne diversas secretarias municipais, órgãos estaduais, federais, instituições do Sistema S e voluntários da sociedade civil, promovendo um atendimento integrado à população. A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso a serviços públicos, promover cidadania e contribuir para o desenvolvimento das comunidades rurais de Campo Grande. O Assentamento Três Corações é uma das maiores comunidades rurais do município e concentra dezenas de famílias que dependem diretamente das atividades do campo. A realização da ação no local reforça o compromisso da Prefeitura em levar atendimento de qualidade a todas as regiões da Capital, especialmente às mais distantes.

Frente fria muda o tempo em Mato Grosso do Sul e derruba temperaturas

Após dias de calor intenso e tempo seco, a chegada de uma frente fria deve provocar mudanças significativas nas condições climáticas em Mato Grosso do Sul ao longo desta semana. A previsão é do Cemtec, que indica queda nas temperaturas, aumento da nebulosidade e ocorrência de chuvas em diversas regiões. O início da semana ainda será marcado por calor predominante, com sol e temperaturas elevadas, que podem variar entre 32°C e 36°C em algumas áreas. A umidade relativa do ar segue baixa, entre 25% e 45%, exigindo atenção redobrada com hidratação e exposição ao sol. Apesar do tempo mais firme, há possibilidade de pancadas de chuva isoladas, algumas podendo ser intensas, acompanhadas de raios e rajadas de vento. A mudança no clima começa entre terça-feira e quinta-feira, com a formação de um ciclone extratropical entre Paraguai e Argentina. Esse sistema dá origem à frente fria que avança sobre o Estado, favorecendo chuvas mais generalizadas e tempestades com descargas elétricas e ventos fortes. Com a passagem do sistema, os ventos passam a soprar do sul, com velocidades entre 40 km/h e 60 km/h, podendo registrar rajadas superiores. A mudança contribui diretamente para a queda nas temperaturas, principalmente na região sul do Estado. As mínimas devem variar entre 16°C e 17°C, com possibilidade de registros abaixo de 15°C em pontos isolados. Já as máximas não devem ultrapassar os 32°C na maior parte do território, indicando um cenário mais ameno em comparação aos dias anteriores. Na capital, Campo Grande, a previsão aponta mínimas entre 20°C e 23°C e máximas entre 26°C e 29°C ao longo da semana. No sul do Estado, onde a massa de ar frio terá maior intensidade, o clima deve ficar mais fresco, especialmente durante as manhãs. A tendência para os próximos dias indica acumulados de chuva acima de 60 mm, principalmente nas regiões centro-sul, oeste e sudoeste de Mato Grosso do Sul, reforçando o cenário de instabilidade associado à chegada da frente fria.

Corumbá reforça combate à dengue com drones e apoio da Marinha

Diante da alta de casos de dengue, chikungunya e zika, a Prefeitura de Corumbá passou a adotar drones e reforçou a atuação com apoio da Marinha do Brasil para intensificar o combate ao mosquito transmissor das doenças. A presença da força militar foi articulada para dar suporte logístico às operações, principalmente em regiões ribeirinhas e áreas de difícil acesso. “A atuação conjunta amplia nossa capacidade de resposta diante da situação”, destacou a administração municipal. O uso de drones permite o mapeamento aéreo de locais críticos, como terrenos abandonados, imóveis fechados e pontos com acúmulo de água parada. A tecnologia facilita a identificação de focos do mosquito Aedes aegypti que não seriam facilmente acessados por equipes em solo. “Com as imagens, conseguimos direcionar melhor as equipes e agir com mais rapidez na eliminação dos criadouros”, informou a prefeitura sobre a estratégia adotada para conter o avanço das doenças. As medidas foram definidas em reunião com representantes da Defesa Civil, Secretaria de Saúde e Corpo de Bombeiros, após o município reconhecer a gravidade do cenário e buscar apoio para reduzir a pressão sobre os serviços de saúde.