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Baixo número de doadores mantém fila por rim alta no Estado

Mais de 200 pessoas aguardam por um transplante de rim em Mato Grosso do Sul, enquanto o número de doadores permanece abaixo do necessário. Nos últimos anos, as doações não chegaram a 100, o que mantém a fila elevada e aumenta o tempo de espera por um órgão. Desde 2017,

Mais de 200 pessoas aguardam por um transplante de rim em Mato Grosso do Sul, enquanto o número de doadores permanece abaixo do necessário. Nos últimos anos, as doações não chegaram a 100, o que mantém a fila elevada e aumenta o tempo de espera por um órgão.

Desde 2017, o Estado contabiliza 189 transplantes realizados, sendo 54 apenas nos dois anos mais recentes. Apesar dos avanços, a quantidade de procedimentos ainda não acompanha a demanda crescente por esse tipo de tratamento.

Atualmente, cerca de 2,1 mil pacientes dependem da diálise para sobreviver, alternativa utilizada nos casos mais avançados da doença. O tratamento, embora essencial, impõe limitações à rotina e à qualidade de vida dos pacientes.

A doença renal crônica se desenvolve de forma lenta e progressiva, geralmente associada a condições como diabetes e hipertensão. Por não apresentar sintomas no início, costuma ser diagnosticada apenas em estágios mais avançados.

Diante desse cenário, especialistas reforçam a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, com acompanhamento médico regular e realização de exames, especialmente para pessoas com fatores de risco.

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